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Opinião

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Opinião

Duelo de goleadores em Alvalade | Sporting x Académico Viseu

O Sporting sofreu a primeira derrota da época frente ao LASK Linz, em jogo a contar para a Europa League, e será interessante perceber como é que vai reagir a esse primeiro desaire no regresso às competições domésticas. Os leões vão defrontar o Académico Viseu, que subiu este ano à Primeira Liga, e que está a realizar um campeonato interessante até ao momento. É bom recordar que  os viseenses já foram tirar dois pontos ao Benfica no Estádio da Luz, e isso serve de aviso para a formação orientada por Rui Borges. O Sporting está no terceiro lugar do campeonato com 18 pontos e não quer perder de vista os seus dois rivais na luta pelo título. Por isso só a vitória interessa. Rui Borges não deverá fazer alterações no onze e irá manter o seu esquema habitual 4-2-3-1. A jogar em casa o conjunto verde e branco é claramente favorito, mas esta temporada as exibições não têm sido tão consistentes. Nota-se que a equipa não está tão entrosada como nos outros anos, e ter perdido jogadores como Morten Hjulmand, Morita, Pedro Gonçalves e Franciso Trincão tem feito diferença para pior.

Rui Alves Maria · 5 min de leitura
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Michael Carrick e o festejar antes da festa | Manchester United

Não é a primeira vez que abordo este assunto. A primeira foi um pouco depois da contratação de Michael Carrick, na época passada, em que os foguetes já iam no ar e o clima era de festa. Falava-se do culminar do ADN United, com um futebol apaixonante de vertigem, capaz de conquistar os títulos que eram, até então, uma memória vaga de outros tempos. Nessa altura, o meu ceticismo já era elevado em relação ao treinador inglês, não por despeito, mas por descrença num eventual aumento de qualidade em comparação com o seu antecessor, Rúben Amorim. Ora, o tempo deu razão aos críticos de Carrick. Gary Neville, o seu antigo colega de equipa e um dos que pediam um treinador com o ADN do clube, mostra hoje com Carrick uma paciência que não teve com Amorim. Acontece: os momentos alteram-se e a opinião pode mudar. Apesar disso, não deixa de ser irónico. O treinador que melhor representava o que era ser “United” e que chegava com o objetivo de “limpar” o mau trabalho deixado por Amorim já é contestado, após uma série de maus resultados. Os adeptos que viam com bons olhos a chegada do inglês, que até afirmavam que, se tivesse vindo desde o início da época, teriam ganho a Premier League, agora fartaram-se do treinador.

José Vale · 3 min de leitura
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Dragões deslocam-se a Barcelos à procura de continuarem 100% vitoriosos na Primeira Liga | Gil Vicente x FC Porto

O FC Porto terá um teste difícil este sábado em Barcelos para a Primeira Liga, onde vai defrontar o competitivo Gil Vicente, atual sexto classificado da tabela classificativa. Esta deslocação vem em mau momento para os dragões, porque se segue a mais um desaire, este mais inesperado, perante o PSV, em pleno Dragão, o terceiro consecutivo nesta edição da Champions League.  Viram-se alguns lenços brancos nas bancadas do estádio, mas Francesco Farioli escuda-se nas oito vitórias em oito partidas que o clube tem no campeonato, afirmando que os dragões jogaram com as equipas do Pote 1 e do Pote 2, até agora, para justificar as derrotas e sossegar os adeptos. 

Ricardo Conceição · 5 min de leitura
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O início da revolução tática de Franclim Carvalho | Braga 2-0 Gent

Fechado o capítulo com Carlos Vicens, o primeiro teste do Braga sob o comando de Franclim Carvalho deixou indícios de uma equipa a procurar novos sinais de identidade e a querer agarrar o rumo da temporada, vencendo o Gent por 2-0 em frente aos adeptos gverreiros. O futebol de Vicens encantou em muitos momentos, surpreendendo até os três grandes do futebol português, mas a falta de produto final e a instablidade defensiva ditaram vários resultados negativos, acabando por forçar a mudança. Com o novo líder, a verticalidade do ataque bracarense foi sentida desde cedo e, apesar de ainda estar longe do ideal, o desempenho do Braga acabou por ser mais que suficiente para somar os primeiros três pontos da temporada na Conference League. A primeira grande alteração passou pelo sistema base, deixando o 3-4-3 de Vicens e instalando um 4-2-3-1, cujas nuances encaixaram muito bem com as características do plantel. Começando pelo momento ofensivo, o Braga mostrou grande variabilidade na quantidade e disposição dos elementos envolvidos na primeira fase de construção. A saída mais utilizada foi em 3+1, com Bright Arrey-Mbi a fechar como central e com João Moutinho como o elemento mais recuado do meio-campo, fazendo Gorby Baptiste «crescer», como referiu o treinador na conferência de imprensa, em resposta ao Bola na Rede. O francês é claramente o jogador com características que mais se adaptam a esta função, sendo assim alguém que pode vir a ter uma temporada em que dá mais um salto na carreira. No entanto, os minhotos conseguiram também construir em 3+2, deixando Gorby mais recuado, e ainda em 4+2, com Bright aberto na esquerda e Victor Gómez mais recuado na direita.

Dinis Jacob · 5 min de leitura
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Opinião

Marco Silva devolveu ao Benfica o direito a sonhar

O Benfica foi o único dos candidatos ao título em Portugal a trocar de treinador. Tal mexida foi provocada pela saída de José Mourinho para o Real Madrid, embora a continuidade do setubalense não agradasse a todos, dada a prestação abaixo do esperado durante 2025/26. Rui Costa e a cúpula da estrutura sabiam que tinham de trazer um técnico capaz de convencer a exigente massa adepta. Na Luz, é impossível que exista um consenso, mas o antigo número 10 estava obrigado a conseguir agradar a uma vasta maioria. A escolha recaiu em Marco Silva, seduzido pelo facto de poder orientar o clube do coração. O regresso do timoneiro a Portugal foi facilitado pelo facto de o seu contrato com o Fulham ter chegado ao fim. Para muitos, foi um passo atrás. O treinador era uma figura consolidada na Premier League e podia atingir um outro patamar dentro de Inglaterra.

Ricardo João Lopes · 8 min de leitura
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Europa League

Entre o sonho e a realidade, Torreense perde em Budapeste | Ferencváros 4-1 Torreense

O Torreense saiu de Budapeste com uma derrota pesada frente ao Ferencváros, por 4-1, na terceira jornada da fase de liga da Europa League. Perante um adversário com maior experiência internacional, a equipa portuguesa conseguiu discutir o encontro durante a primeira parte, mas revelou dificuldades para acompanhar a intensidade dos húngaros após o intervalo. Há, ainda assim, contexto que importa não esquecer. O Torreense, uma equipa da segunda divisão portuguesa, está a competir numa prova europeia de enorme exigência, depois de ter conquistado a Taça de Portugal. A diferença de experiência e de recursos entre os dois clubes é evidente, mas isso não retira mérito à presença dos homens de Torres Vedras nesta fase da competição.

Samuel Pinho · 2 min de leitura
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Benfica

Águias goleiam e assumem a liderança da Liga Europa | Omonia 1-4 Benfica

O Benfica venceu o Omonia e chegou à liderança da Europa League, mas nem tudo foram motivos para sorrir. Apesar da vitória por 4-1, a exibição deixou dúvidas sobre a consistência dos encarnados, sobretudo numa primeira parte em que a posse de bola raramente se traduziu em verdadeiro controlo do jogo. A equipa de Marco Silva acabou por resolver a partida com maior eficácia após o intervalo, mas a reação na segunda parte não apaga as dificuldades iniciais. Num jogo em que o favoritismo exigia mais do que uma vitória, o Benfica mostrou que tem qualidade para decidir, mas continua a precisar de provar que consegue dominar com critério, personalidade e regularidade durante os 90 minutos. Porque ganhar é importante, mas convencer também conta.

Miguel Costa · 2 min de leitura
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Opinião

Bola de Ouro: um prémio que vai mais além das 4 linhas

O que é a justiça na entrega da Bola de Ouro? É a pergunta que muitos fazem nestes dias que antecedem a cerimónia organizada pela France Football e com o apoio da UEFA. A 26 de outubro, o mundo vai parar para saber quem será o sucessor de Ousmane Dembélé, que brilhou com a camisola do PSG na temporada 2024/25, o que lhe permitiu a conquista do galardão. Todas as pessoas têm um preferido, além de um leque de atletas que considerem como aceitáveis vencedores. A Bola de Ouro já não é somente entregue pelo mérito desportivo, fruto do que se passa dentro das quatro linhas. Vai bem mais além disso. Trata-se de uma narrativa.

Ricardo João Lopes · 5 min de leitura
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Opinião

Crise na habituação | Sporting 2-3 LASK Linz

O Sporting entrou em campo com a possibilidade de pela primeira vez vencer três encontros consecutivos no arraque de uma Champions League e na teoria partia como grande favorito para o jogo contra o LASK Linz, relativo à terceira jornada. Na antevisão da partida ‘respirava-se confiança’ e os analistas previam uma vitória sem grande dificuldade, face a um elenco austríaco, que se baseava nos contra-ataques, que naturalmente teriam de ser concedidos por erros dos verde e brancos. Os leões vivem uma nova era neste 4x3x3, que levou a que vários jogadores mudassem as suas rotinas a meio da época desportiva. A partida de quarta-feira à noite provou que a mini pré-temporada de outubro não serviu para uma habituação total. Há atletas que beneficiam desta troca. Issa Doumbia passou a ter um raio de ação muito maior. Aparecia muitas vezes pela esquerda na base da jogada para auxiliar na construção, mas poucos segundos depois já estava a pisar terrenos próximos aos de Luis Suárez. Nestory Irankunda consegue beneficiar da sua velocidade e capacidade de romper linhas. O próprio Geny Catamo passou a trabalhar ainda mais próximo da linha, procurando a ‘invasão’ de espaços interiores com bola ou o lançamento de colegas como João Simões, Issa Doumbia ou o próprio Luis Suárez, dependendo do posicionamento do colombiano no terreno de jogo.

Ricardo João Lopes · 6 min de leitura
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Europa League

Resistir e Sonhar | Ferencváros x Torreense

Depois dos baldes de água fria frente a Tondela e sobretudo Sunderland, o Torreense vê nova oportunidade de espantar a Europa a ser providenciada por um dos mais rodados adversários que lhe calhou em sorteio. O histórico Ferencváros participa em fases de grupos ou liga europeias consecutivamente desde 2020 e ganhou a liga húngara sete vezes seguidas, até se deixar surpreender a época passada pelo Györ – ora, como grande dominador daquele futebol, restava apenas ao Ferencváros dar uma de Bayern, absorvendo o talento que se atreveu a meter em causa a hegemonia. E assim substituiu o lendário Robbie Keane por Balász Borbély, o eslovaco de 47 que cometeu a proeza (regressando assim a casa, ele que já tinha treinado juniores e equipa secundária do Ferencváros entre 2019 e 2022).  Antecipava-se, por isso, conto de fadas. Que Borbély conseguisse imprimir o registo dominador de outrora em contexto nacional e manter o sucesso recente fora-de-portas, conciliando harmoniosamente os índices competitivos. Enquanto se tem conseguido cumprir com a segunda expectativa (veja-se o percurso dos húngaros, que ultrapassaram todas as rondas de qualificação), as coisas não vão de feição na Liga, com cinco empates em nove jornadas. «Nem tudo correu como planeado nesta temporada», explicou assim na antevisão ao encontro desta quinta-feira. «Os resultados na Liga Europa são bons, mas não acho que exista uma grande diferença na forma como jogamos para as duas competições».

Pedro Cantoneiro · 5 min de leitura
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Opinião

À procura pelo terceiro triunfo europeu | Omonia x Benfica

A terceira jornada da fase de Liga da UEFA Europa League vai oferecer aos adeptos de futebol diversos duelos que despertam interesse. Um dos quais será entre o Omonia e o Benfica, duas equipas que além de invictas na competição, ainda só conhecem o sabor da vitória. Tanto a equipa cipriota como a portuguesa, já realizaram jogos de alta qualidade que as faz ter ambições na Europa. O Omonia recebeu e venceu o Celta de Vigo por 1-0 na primeira ronda, na segunda vergou por três golos sem resposta os eslovenos do NK Celje. Já o Benfica marcou seis golos e sofreu apenas um tento em dois jogos frente a dois históricos do futebol europeu. Os homens de Marco Silva venceram por 2-0 em pleno San Siro, frente ao AC Milan de Rúben Amorim e golearam na Luz o Celtic por 4-1. Resultados e exibições que já valem o estatuto de uma das equipas favoritas a vencer a competição. À terceira jornada, pelo menos uma das equipas irá ceder e perder os primeiros pontos e o confronto entre dois estilos distintos faz o Omonia x Benfica um dos jogos mais interessantes desta terceira ronda.

Jorge Afonso · 6 min de leitura
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Resto do Mundo

Bélgica | O novo concorrente de Portugal no Ranking UEFA

A Belgica e a Liga Belga já são conhecidas há muito como viveiros de talento. Seja a partir da formação ou do recrutamento de seniores jovens, clubes como Genk, Anderlecht e Gent foram a montra que exibiu vários jogadores de classe mundial. Em anos recentes, os emblemas da Bélgica têm mostrado que sabem vender e, simultaneamente, manter um plantel que lhes permita competir na Europa. Sem o poder financeiro dos três grandes portugueses, os clubes belgas provam que o critério nas negociações e os projetos desportivos coerentes podem dar excelentes resultados.

João Pedro Santos · 3 min de leitura
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Opinião

Fabiano Freitas | Um velho conhecido das águias

Nesta quinta-feira, Omonia e Benfica defrontam-se para a terceira jornada de Liga da UEFA Europa League. O encontro entre os cipriotas e as águias é também marcado por um reencontro. Fabiano Freitas é um velho conhecido dos encarnados, não por ter jogado no clube da Luz, mas por se terem defrontando muitas vezes no passado, quando o guardião brasileiro (também cipriota com dupla nacionalidade) representou o Olhanense e mais tarde, o FC Porto.  Fabiano Ribeiro de Freitas nasceu a 29 de fevereiro de 1988, em Santo António de Jesus na Bahia. Fez a formação no Rio Branco-SP e ainda se estreou pela equipa em 2006. No ano seguinte, mudou-se para o São Paulo onde também acabou por não se impor, embora estivesse ligado ao clube paulista por três anos e tivesse vencido o Brasileirão Serie A no ano de estreia. Durante este período, fez apenas um jogo pela equipa principal, passou pela equipa sub-20 e foi cedido a clubes como Toledo (não jogou), Santo André (realizou um jogo) e América-RN (oito jogos) onde também não se afirmou. No entanto, chamou a atenção em Portugal, nomeadamente ao Olhanense que o contrata em 2011, a custo zero. 

Jorge Afonso · 4 min de leitura
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Opinião

Manter o rugido europeu | Sporting x LASK

Alvalade volta-se a vestir de gala pela segunda vez na presente temporada, desta vez com o Sporting a receber o LASK, emblema que milita no campeonato austríaco. Com duas vitórias somadas em dois embates disputados, os pupilos de Rui Borges colocam as suas miras apontadas ao terceiro triunfo, numa fase em que todos os pontos são de extrema importância. Os verdes e brancos iniciaram a presente campanha na Liga dos Campeões com um registo positivo e pretendem assim manter os números protagonizados até então (dois triunfos, onde apontaram cinco golos e sofreram apenas um) e colocam-se atualmente no sexto posto da competição.

Inês Flores · 3 min de leitura
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La Liga

Quem vive do passado é che | Valência

Para os adeptos do Valência, os che, o virar do milénio foi sinónimo de coleccionar quadros bonitos para mais tarde apreciar. No final dos anos 90 e início dos anos 2000, o Valência encheu a vitrina: uma Taça do Rei, uma Supertaça de Espanha, dois campeonatos, uma Taça UEFA e uma Supertaça Europeia. Importa referir que, embora não tenha vencido, disputou duas finais consecutivas da Liga dos Campeões, sendo derrotado primeiro pelo Real Madrid, depois pelo Bayern de Munique. Em campo brilharam nomes como Santiago Cañizares, David Albelda, Pablo Aimar, Rubén Baraja e Gaizka Mendieta; já no banco, Claudio Ranieri, o futuro obreiro do conto de fadas em Leicester, plantou as sementes que Héctor Cúper e Rafael Benítez souberam regar e transformar em frutos.

Ailton Pereira · 3 min de leitura
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Seleção Nacional

5 jogadores que mais se destacaram com Jorge Jesus na Seleção Nacional

Os primeiros quatro jogos de Jorge Jesus ao comando da Seleção Nacional permitiram perceber quais os jogadores que melhor se adaptaram às ideias do novo selecionador. Entre golos, assistências e novas dinâmicas táticas, cinco nomes destacaram-se pela influência que tiveram no rendimento da equipa e pela forma como potenciaram as suas qualidades individuais. De João Félix a Rúben Neves, passando por Gonçalo Ramos, Vitinha e João Cancelo, este é o top-5 dos jogadores que mais se evidenciaram neste arranque da era Jorge Jesus.

Miguel Costa · 3 min de leitura
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