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AS Roma e Nápoles vencem e continuam 100% vitoriosos na Serie A: eis os resultados do dia na prova

Diogo Ribeiro · 1 min

Matías Soulé AS Roma
Foto: AS Roma

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A Serie A continua a todo o gás. Este sábado, destaque às vitórias do Nápoles e da AS Roma, ambas por 1-0 num dia de poucos golos.

A segunda jornada da Serie A está em andamento. Neste sábado, destaque às vitórias do Nápoles e da AS Roma, ambas pelo resultado de 1-0 e continuam 100% vitoriosos na prova.

Na receção ao Cagliari, o Nápoles venceu por 1-0. Franck Anguissa (90+5′) marcou o único golo do jogo já nos descontos para delírio dos adeptos da casa.

Na visita ao terreno do Pisa, a AS Roma venceu pelo mesmo resultado. Matías Soulé (55′) foi o autor do golo da vitória giallorossi, equipa agora orientada por Gian Piero Gasperini.

Continua a acompanhar a Serie A.

Eis os resultados do dia na Serie A:

  • Bolonha 1-0 Como 1907
  • Parma 1-1 Atalanta
  • Nápoles 1-0 Cagliari
  • Pisa 0-1 AS Roma
Diogo Ribeiro

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Opinião

Quando a bancada tenta jogar: uma reflexão de João Carlos Gameiro, coordenador técnico da Academica Sporting Aurélio Pereira

Passar uma manhã de sábado à beira de um campo de futebol devia ser um exercício simples: ver os miúdos crescerem. O desporto na infância é, ou devia ser, o espaço por excelência para aprender a falhar, a cair, a levantar-se e a decidir sozinho, em frações de segundo. No entanto, quem anda pelos campos de norte a sul do país, sabe que a realidade é outra. O ruído que vem de fora não é de incentivo, é um bombardeamento constante de ordens diretas: "Passa!", "Chuta!", "Dribla!". Esta obsessão cega pelo resultado imediato, disfarçada de apoio paternal, está a matar o que o jogo tem de mais sagrado: a autonomia de quem joga.  Na cabeça do pai que grita, aquela instrução é uma ajuda preciosa. Ele está genuinamente convencido disso. Mas quem está lá dentro percebe o bloqueio imediato que o berro provoca. O jogo é demasiado rápido. No instante em que o miúdo recebe a bola e tenta ler o espaço, se ouve a ordem do pai para mudar o que ia fazer, a jogada já morreu. O prejuízo imediato é a perda da bola, mas o verdadeiro estrago é o que fica para o futuro. Quando a solução vem sempre mastigada de fora, a criança deixa de pensar o jogo; passa apenas a executar ordens. 

João Carlos Gameiro · 4 min de leitura
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