Bruno Costa teve o seu contrato com o Cluj rescindido devido ao processo de insolvência. O médio centro acusa o clube de não ter recebido uma compensação financeira.
Bruno Costa juntou-se ao Cluj neste mercado de verão, depois de terminar ligação com o Gimhae City, da Coreia do Sul. Um mês depois, o clube romeno entrou em processo de insolvência e rescindiu com o médio centro português.
Em conversa com o jornal O Jogo, o ex-FC Porto acusou a formação romena de não ter pago nada:
«Recebi um e-mail de uma agência, ligada ao processo de insolvência, a dizer que o contrato estava acabado. Depois, no dia seguinte tive uma reunião com o clube e eles confirmaram isso, que era por terem entrado em insolvência».
O internacional jovem português afirmou que o relatado não era um caso isolado:
«Desde que cheguei até vir embora não recebi dinheiro nenhum. Nada, nada, nada. Tinha chegado há mês e meio, portanto saio com um ordenado em atraso, para já. E há lá jogadores que não recebem há seis meses. É muito complicado conseguir trabalhar com uma situação destas».
Bruno Costa não foi o único português a quem isto aconteceu. André Moreira também teve o seu contrato rescindido. O médio ex-Cluj terminou a entrevista a afirmar que vai levar a comitiva da Roménia à justiça:
«Eu assinei por dois anos, eles chegam e acabam o contrato do nada. Pelo menos na minha cabeça, as coisas não podem funcionar assim. Como é óbvio, vou lutar pelo que é meu, pelo que eu assinei e, pelo meu entendimento, por aquilo que tenho que receber».
