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Bruno Lage explica contratações no mercado de janeiro e analisa impacto das lesões: «Temos o Leandro Santos a trabalhar connosco desde setembro»

Diogo Ribeiro · 1 min

Bruno Lage Benfica
Foto: Carlos Silva / Bola na Rede

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Bruno Lage realizou a antevisão do AS Mónaco x Benfica. Jogo em solo monegasco é a primeira mão do playoff da Champions League.

Bruno Lage realizou a antevisão do AS Mónaco x Benfica. Jogo em solo monegasco é a primeira mão do playoff da Champions League.

Bruno Lage fez a antevisão do duelo entre o AS Mónaco e o Benfica. Reedição do jogo da fase de liga marca a primeira mão dos playoffs da Champions League. Bruno Lage abordou o mercado de janeiro do Benfica

«Mercado? O mercado de janeiro é difícil. Em função do que era a oportunidade de reforçar e fazer crescer a equipa nas opções tivemos as melhores decisões. Primeiro o Manu, vinha juntar-se e discutir a posição com o Florentino, são jogadores diferentes e podiam competir um com o outro. Faz também de defesa central e podíamos utilizar o Tomás Araújo como lateral direito. Como lateral direito, as soluções não ficam apenas no Bah e no Tomás. Temos o Leandro Santos a trabalhar connosco desde setembro, sentimos que podemos estar tranquilos, veio o Samuel [Dahl] substituir o Beste. Depois foi olhar para a oportunidade de trazer um ponta de lança diferente como o Belotti. As lesões tiraram-nos essas oportunidades, cabe-nos a nós dentro de casa arranjar soluções para não sentir falta dos jogadores».

O AS Mónaco x Benfica joga-se esta quarta-feira, dia 12 de fevereiro, a partir das 20h. O jogo será arbitrado pelo italiano Maurizio Mariani.

Lê AQUI toda a conferência de imprensa de Bruno Lage.

Diogo Ribeiro

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Torreense ‘Til I Die On The Beach

O Sunderland é uma das equipas mais românticas desta edição da Europa League. Não pelo futebol, mais próximo da ideia genérica do futebol inglês e britânico e pouco dado a estéticas e modernidades, mas pela história de um clube tradicional que, aos olhos de todo o mundo, desceu à 3.ª Divisão, fez o caminho das trevas e, à primeira, garantiu o acesso às competições europeias. Nesta caminhada, a série «Sunderland ‘Til I Die» ajudou o clube do Nordeste de Inglaterra a tornar-se mais global, solidarizando e sensibilizando adeptos de todo o mundo. No que toca a ter as ruas do seu lado, há poucos clubes mais bem posicionados do que o Sunderland. Um deles, ainda assim, é o Torreense. Por mais que seja interessante olhar para lá do óbvio, não nos podemos esquecer, em qualquer análise, que a competição para o emblema de Torres Vedras é altamente desigual. Enquanto se debela com um arranque de época delicado na Segunda Liga, o Torreense vai usando a Europa League como uma diversão cada vez mais competitiva, como uma montra de luxo para se publicitar enquanto clube e como uma recompensa merecida a um feito extraordinário. Este carinho natural para com o outsider roubou algum do protagonismo à primeira deslocação europeia do Sunderland em 53 anos. E, mais do que os dados lançados antes do jogo, o rumo dos 90 minutos ajuda a ganhar um sentimento de identificação com o Torreense.

Diogo Ribeiro · 7 min de leitura
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