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Chaínho em exclusivo: «O campeonato está competitivo, com bons jogadores e bons treinadores»

Diogo Ribeiro · 1 min

Chaínho Liga
Foto: Liga Portugal

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Chaínho falou em exclusivo com o Bola na Rede. Conversa com o antigo médio decorreu no Portugal Football Summit.

Chaínho falou em exclusivo com o Bola na Rede. O antigo médio, que passou com destaque pelo FC Porto entre 1998 e 2001, analisou esta edição da Primeira Liga marcada pela competitividade.

«Ainda está no começo. Ainda faltam muitos jogos. O campeonato está competitivo, com bons jogadores e bons treinadores. Termos uma dimensão como esta, o Portugal Football Summit, com pessoas de vários países, significa que estamos num bom caminho. Temos um bom campeonato e estamos a tentar vender um bom produto, que é importante. Para o campeonato ainda falta muito», destacou Chaínho, que apontou alguns dos nomes que marcam o campeonato.

«Temos o Vasco [Botelho da Costa], do Moreirense. Está a fazer um trabalho notável. Temos o César Peixoto, a alicerçar bons conhecimentos do passado. O Santa Clara ainda vai melhorar. Temos aí boas equipas», completou Chaínho

Lê as declarações de Chaínho sobre a sua carreira.

Diogo Ribeiro

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O Sunderland é uma das equipas mais românticas desta edição da Europa League. Não pelo futebol, mais próximo da ideia genérica do futebol inglês e britânico e pouco dado a estéticas e modernidades, mas pela história de um clube tradicional que, aos olhos de todo o mundo, desceu à 3.ª Divisão, fez o caminho das trevas e, à primeira, garantiu o acesso às competições europeias. Nesta caminhada, a série «Sunderland ‘Til I Die» ajudou o clube do Nordeste de Inglaterra a tornar-se mais global, solidarizando e sensibilizando adeptos de todo o mundo. No que toca a ter as ruas do seu lado, há poucos clubes mais bem posicionados do que o Sunderland. Um deles, ainda assim, é o Torreense. Por mais que seja interessante olhar para lá do óbvio, não nos podemos esquecer, em qualquer análise, que a competição para o emblema de Torres Vedras é altamente desigual. Enquanto se debela com um arranque de época delicado na Segunda Liga, o Torreense vai usando a Europa League como uma diversão cada vez mais competitiva, como uma montra de luxo para se publicitar enquanto clube e como uma recompensa merecida a um feito extraordinário. Este carinho natural para com o outsider roubou algum do protagonismo à primeira deslocação europeia do Sunderland em 53 anos. E, mais do que os dados lançados antes do jogo, o rumo dos 90 minutos ajuda a ganhar um sentimento de identificação com o Torreense.

Diogo Ribeiro · 7 min de leitura
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