Última horaFC Porto: Ponto de situação sobre o futuro de Zaidu Sanusi
Publicidade

Daniel Chaves após Benfica x FC Porto: «Queríamos muito ganhar este troféu, mas parabenizar o adversário que foi superior a nós»

Diogo Ribeiro · 1 min

Daniel Chaves FC Porto
Foto: Carlos Silva / Bola na Rede

Vê mais Bola na Rede no teu Discover Seguir no Google

Daniel Chaves analisou o desfecho do Benfica x FC Porto. Dragões perderam com as águias por 2-0 na final da Taça de Portugal Feminina.

Daniel Chaves fez a análise da final da Taça de Portugal Feminina. Primeiro Clássico da história do futebol feminino entre Benfica e FC Porto foi ganho pelo emblema vermelho e branco por 2-0. No final do encontro, em declarações ao Canal 11, o técnico dos dragões disse o seguinte:

«O que fez a diferença acima de tudo foi a maior experiência competitiva destas jogadores do outro lado. Uma equipa que joga Liga dos Campeões, habituada a jogos destes. Sabíamos que a nossa entrada ia ser difícil por isso mesmo, o ambiente estava bom. Obviamente a qualidade do adversário faz diferença».

«Acima de tudo ressalvar toda a entrega das minhas jogadoras, audácia, coragem e o trajeto que fizemos até ao dia de hoje. Não queremos prémios de consolação, somos o FC Porto. Queríamos muito ganhar este troféu, mas parabenizar o adversário que foi superior a nós», disse ainda Daniel Chaves.

Diogo Ribeiro

Redação Bola na Rede · ver artigos

Continua a ler

as mais recentes
Opinião

Quando a bancada tenta jogar: uma reflexão de João Carlos Gameiro, coordenador técnico da Academica Sporting Aurélio Pereira

Passar uma manhã de sábado à beira de um campo de futebol devia ser um exercício simples: ver os miúdos crescerem. O desporto na infância é, ou devia ser, o espaço por excelência para aprender a falhar, a cair, a levantar-se e a decidir sozinho, em frações de segundo. No entanto, quem anda pelos campos de norte a sul do país, sabe que a realidade é outra. O ruído que vem de fora não é de incentivo, é um bombardeamento constante de ordens diretas: "Passa!", "Chuta!", "Dribla!". Esta obsessão cega pelo resultado imediato, disfarçada de apoio paternal, está a matar o que o jogo tem de mais sagrado: a autonomia de quem joga.  Na cabeça do pai que grita, aquela instrução é uma ajuda preciosa. Ele está genuinamente convencido disso. Mas quem está lá dentro percebe o bloqueio imediato que o berro provoca. O jogo é demasiado rápido. No instante em que o miúdo recebe a bola e tenta ler o espaço, se ouve a ordem do pai para mudar o que ia fazer, a jogada já morreu. O prejuízo imediato é a perda da bola, mas o verdadeiro estrago é o que fica para o futuro. Quando a solução vem sempre mastigada de fora, a criança deixa de pensar o jogo; passa apenas a executar ordens. 

João Carlos Gameiro · 4 min de leitura
Ler a crónica

Newsletter Bola na Rede

Estamos a preparar a newsletter do Bola na Rede. Deixa o teu email e és dos primeiros a recebê-la. Sem spam.

Feito. Ficas na lista e avisamos-te quando arrancar.