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Domingo é dia importante para Marco Silva e Benfica

Ricardo João Lopes · 1 min

Marco Silva Benfica
Foto: Rui Pereira/Bola na Rede

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O Benfica vai viver um momento importante durante este domingo. Andreas Schjelderup e Fredrik Aursnes estão de volta.

O Benfica vai finalmente ter o grupo de trabalho totalmente completo. Andreas Schjelderup e Fredrik Aursnes vão apresentar-se este domingo no Seixal e passarão a estar às ordens de Marco Silva, que considera os dois elementos como membros importantes do projeto que quer montar.

O extremo ainda tem sido associado a uma saída, com os encarnados a pedirem 40 milhões de euros pelo seu passe, com Andreas Schjelderup interessado em ouvir propostas. Já o médio é um nome referência no balneário do Benfica, depois de cinco épocas na Luz.

De qualquer das formas, nenhum dos jogadores pode ser opção para a equipa técnica para a partida contra o St. Gallen relativa à segunda-mão da segunda eliminatória de acesso à Europa League, uma vez que ainda não foram inscritos na prova.

Ricardo João Lopes

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Há uma frase do Lampedusa que toda a gente cita mal: é preciso que tudo mude para que tudo fique na mesma. Rui Borges levou-a à letra na terça-feira. Mudou os onze. Não nove, não dez, os onze, do guarda-redes ao ponta de lança, o que é um gesto que um treinador de um grande só faz quando percebeu que já não tem nada a perder por aí. Saíram o Kaique, o Fresneda, o Ba, o Gonçalo Inácio, o Maxi, o Altimira, o Doumbia, o Flávio, o Luis Guilherme, o Irankunda e o Suárez. Entrou uma equipa que ninguém tinha visto jogar junta. E ganhou. Convém lembrar de onde vinha o Sporting, porque sem isso o 2-1 não se percebe. Vinha de duas derrotas consecutivas em casa, com o LASK Linz e com o Académico de Viseu, do primeiro desaire interno da temporada, de nove pontos de atraso para o FC Porto e de lenços brancos nas bancadas no domingo à tarde. Alvalade tinha-se habituado a ver a bola circular muito e a chegar a lado nenhum. Dois jogos seguidos a cruzar por cruzar contra blocos que se fechavam e a sofrer sempre do mesmo modo, com a bola trocada para o lado contrário e um cruzamento rasteiro que ninguém cortou.

Manuel Nascimento · 5 min de leitura
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