Última horaAC Milan de Ruben Amorim traz novidade e há renovação no ataque
Publicidade

Ex-Juventus recorda Cristiano Ronaldo: «É muito mais humilde e sensível do que as pessoas possam pensar»

Diogo Lagos Reis · 1 min

Cristiano Ronaldo
Foto: Al Nassr FC

Vê mais Bola na Rede no teu Discover Seguir no Google

Federico Bernardeschi elogiou Cristiano Ronaldo. Internacional italiano recordou a passagem pela Juventus.

Federico Bernardeschi deixou elogios a Cristiano Ronaldo. Em declarações ao BSMT Podcast, o internacional italiano recordou a passagem pela Juventus, onde jogou ao lado do avançado português de 40 anos:

«Claro que me lembro. Ele é um tipo excecional. Como futebolista nem é preciso dizer nada, é um jogador extraordinário. Como elemento de grupo é muito mais humilde e sensível do que as pessoas possam pensa».

Bernardeschi falou sobre a rotina de Cristiano Ronaldo:

«Como colega de equipa dele temos de entender uma coisa – ele é quem é. Não podemos comparar aquilo que ele faz com aquilo que nós fazemos. Se tiveres noção disso, não há qualquer problema. Ele tem a sua própria rotina e as coisas dele… E nós só temos de saber isso e respeitar», referiu ainda.

Bernardeschi continuou a falar sobre Cristiano Ronaldo e deu um exemplo:

«Ele é o teu companheiro de equipa. Mas ao mesmo tempo, não é um companheiro comum. Se quiseres ir comer gelado a Turim com um colega, tudo bem. Mas se fores com o Cristiano tudo muda de figura. Mas ele ri e faz piadas como toda a gente. É muito terra a terra».

Diogo Lagos Reis

Redação Bola na Rede · ver artigos

Continua a ler

as mais recentes
Opinião

Quando a bancada tenta jogar: uma reflexão de João Carlos Gameiro, coordenador técnico da Academica Sporting Aurélio Pereira

Passar uma manhã de sábado à beira de um campo de futebol devia ser um exercício simples: ver os miúdos crescerem. O desporto na infância é, ou devia ser, o espaço por excelência para aprender a falhar, a cair, a levantar-se e a decidir sozinho, em frações de segundo. No entanto, quem anda pelos campos de norte a sul do país, sabe que a realidade é outra. O ruído que vem de fora não é de incentivo, é um bombardeamento constante de ordens diretas: "Passa!", "Chuta!", "Dribla!". Esta obsessão cega pelo resultado imediato, disfarçada de apoio paternal, está a matar o que o jogo tem de mais sagrado: a autonomia de quem joga.  Na cabeça do pai que grita, aquela instrução é uma ajuda preciosa. Ele está genuinamente convencido disso. Mas quem está lá dentro percebe o bloqueio imediato que o berro provoca. O jogo é demasiado rápido. No instante em que o miúdo recebe a bola e tenta ler o espaço, se ouve a ordem do pai para mudar o que ia fazer, a jogada já morreu. O prejuízo imediato é a perda da bola, mas o verdadeiro estrago é o que fica para o futuro. Quando a solução vem sempre mastigada de fora, a criança deixa de pensar o jogo; passa apenas a executar ordens. 

João Carlos Gameiro · 4 min de leitura
Ler a crónica

Newsletter Bola na Rede

Estamos a preparar a newsletter do Bola na Rede. Deixa o teu email e és dos primeiros a recebê-la. Sem spam.

Feito. Ficas na lista e avisamos-te quando arrancar.