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FC Porto tropeça em Famalicão e já está atrás do Benfica na Primeira Liga

Ricardo João Lopes · 1 min

Diogo Costa FC Porto Famalicão
Foto: João Freitas/Bola na Rede

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O Famalicão recebeu no Minho o FC Porto durante a noite deste sábado, em jogo relativo à décima terceira jornada da Primeira Liga.

O Famalicão recebeu no Minho o FC Porto durante a noite deste sábado, em jogo relativo à décima terceira jornada da Primeira Liga.

O Famalicão e o FC Porto empataram 1-1, em jogo válido pela décima terceira jornada da Primeira Liga. O marcador foi aberto pela turma da casa, com Óscar Aranda a bater Diogo Costa, aos 44′. No entanto, a entrada da equipa de Vítor Bruno entrou bem no segundo tempo, com Samu Aghehowa a fazer o resultado final, aos 52′.

O FC Porto voltou a marcar, aos 74′, mas o lance foi anulado por mão de Pepê na área de Diogo Costa, o que resultou numa grande penalidade para o Famalicão. Porém, o internacional português parou o remate de Aranda.

Com este resultado, o FC Porto perde a oportunidade de se colar ao FC Porto e cai para o terceiro lugar, com 32 pontos, os mesmos do Benfica. Já os minhotos estão com 18 pontos e ocupam a oitava posição.

Ricardo João Lopes

Redação Bola na Rede · ver artigos

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Opinião

Quando a bancada tenta jogar: uma reflexão de João Carlos Gameiro, coordenador técnico da Academica Sporting Aurélio Pereira

Passar uma manhã de sábado à beira de um campo de futebol devia ser um exercício simples: ver os miúdos crescerem. O desporto na infância é, ou devia ser, o espaço por excelência para aprender a falhar, a cair, a levantar-se e a decidir sozinho, em frações de segundo. No entanto, quem anda pelos campos de norte a sul do país, sabe que a realidade é outra. O ruído que vem de fora não é de incentivo, é um bombardeamento constante de ordens diretas: "Passa!", "Chuta!", "Dribla!". Esta obsessão cega pelo resultado imediato, disfarçada de apoio paternal, está a matar o que o jogo tem de mais sagrado: a autonomia de quem joga.  Na cabeça do pai que grita, aquela instrução é uma ajuda preciosa. Ele está genuinamente convencido disso. Mas quem está lá dentro percebe o bloqueio imediato que o berro provoca. O jogo é demasiado rápido. No instante em que o miúdo recebe a bola e tenta ler o espaço, se ouve a ordem do pai para mudar o que ia fazer, a jogada já morreu. O prejuízo imediato é a perda da bola, mas o verdadeiro estrago é o que fica para o futuro. Quando a solução vem sempre mastigada de fora, a criança deixa de pensar o jogo; passa apenas a executar ordens. 

João Carlos Gameiro · 4 min de leitura
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