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Fernando Gomes reage ao acordo com a Puma: «Ficámos muito entusiasmados com o modo como a marca interage com os adeptos»

Ricardo João Lopes · 1 min

Luís Montenegro e Fernando Gomes
Foto: Ana Beles/Bola na Rede

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Fernando Gomes, atual presidente da Federação Portuguesa de Futebol, já falou sobre o acordo que assinou com a Puma.

Fernando Gomes, atual presidente da Federação Portuguesa de Futebol, já falou sobre o acordo que assinou com a Puma.

Fernando Gomes falou sobre o acordo assinado entre a Federação Portuguesa de Futebol e a Puma, assumindo que está entusiasmado em relação ao futuro:

«Ficámos muito entusiasmados com o modo como a Puma interage com os adeptos e como conta a história de cada equipa que representa. Temos muita vontade em desenvolver uma gama interessante de produtos com satisfaça a nossa grande base de fãs e simpatizantes em todo o mundo».

A Puma vai lançar os novos produtos relacionados com Portugal em janeiro de 2025.

Ricardo João Lopes

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Opinião

Quando a bancada tenta jogar: uma reflexão de João Carlos Gameiro, coordenador técnico da Academica Sporting Aurélio Pereira

Passar uma manhã de sábado à beira de um campo de futebol devia ser um exercício simples: ver os miúdos crescerem. O desporto na infância é, ou devia ser, o espaço por excelência para aprender a falhar, a cair, a levantar-se e a decidir sozinho, em frações de segundo. No entanto, quem anda pelos campos de norte a sul do país, sabe que a realidade é outra. O ruído que vem de fora não é de incentivo, é um bombardeamento constante de ordens diretas: "Passa!", "Chuta!", "Dribla!". Esta obsessão cega pelo resultado imediato, disfarçada de apoio paternal, está a matar o que o jogo tem de mais sagrado: a autonomia de quem joga.  Na cabeça do pai que grita, aquela instrução é uma ajuda preciosa. Ele está genuinamente convencido disso. Mas quem está lá dentro percebe o bloqueio imediato que o berro provoca. O jogo é demasiado rápido. No instante em que o miúdo recebe a bola e tenta ler o espaço, se ouve a ordem do pai para mudar o que ia fazer, a jogada já morreu. O prejuízo imediato é a perda da bola, mas o verdadeiro estrago é o que fica para o futuro. Quando a solução vem sempre mastigada de fora, a criança deixa de pensar o jogo; passa apenas a executar ordens. 

João Carlos Gameiro · 4 min de leitura
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