Última horaBruno Pinheiro: «Demos uma boa resposta e fomos extremamente competitivos, deixa-me muito satisfeito»
Publicidade

Flamengo sonha com Darwin Núñez e avalia avançado da Premier League como alternativa

David Monteiro · 1 min

Flamengo Jogadores
Foto: CR Flamengo

Vê mais Bola na Rede no teu Discover Seguir no Google

O elevado salário de Darwin Núñez pode afastar o interesse imediato do Flamengo. Já Richarlison continua no radar do técnico Filipe Luís.

O Flamengo está à procura de reforçar o seu setor ofensivo e realizou uma sondagem para perceber as condições de uma possível contratação de Darwin Núñez. No entanto, e segundo a imprensa brasileira, os valores envolvidos acabaram por travar um avanço inicial do mengão.

O ordenado do avançado uruguaio, fixado em 16 milhões de euros anuais, é um obstáculo claro para a realidade financeira do clube do Rio de Janeiro, ainda que existisse um interesse claro do avançado internacional uruguaio do Al Hilal na possibilidade de rumar ao emblema do Brasileirão.

Perante esta dificuldade, a direção do emblema brasileiro está também a apontar baterias para internacional brasileiro Richarlison. O avançado, que atua no Tottenham, é muito apreciado pelo treinador Filipe Luís e surge como uma alternativa realista para a equipa canarinha. O treinador vê no avançado o perfil ideal para reforçar o setor ofensivo e dar mais profundidade e qualidade ao plantel do Mengão.

Apesar do interesse recentes da equipa brasileira em Kaio Jorge ou Marcos Leonardo, o clube prepara agora uma nova abordagem para garantir o regresso de Richarlison ao Brasil. Ao contrário do que acontece com o Darwin Núñez, o Flamengo acredita num desfecho positivo nas negociações com o Tottenham e com o próprio atleta.

Esta mudança de estratégia confirma a intenção do clube em garantir um nome de peso para o ataque, com foco total em ser favorito em todas as competições da América do Sul em 2026.

David Monteiro

Redação Bola na Rede · ver artigos

Continua a ler

as mais recentes
Opinião

Enquanto houver estrada para andar Rui Borges vai continuar | Sporting 2-1 Marítimo

Há uma frase do Lampedusa que toda a gente cita mal: é preciso que tudo mude para que tudo fique na mesma. Rui Borges levou-a à letra na terça-feira. Mudou os onze. Não nove, não dez, os onze, do guarda-redes ao ponta de lança, o que é um gesto que um treinador de um grande só faz quando percebeu que já não tem nada a perder por aí. Saíram o Kaique, o Fresneda, o Ba, o Gonçalo Inácio, o Maxi, o Altimira, o Doumbia, o Flávio, o Luis Guilherme, o Irankunda e o Suárez. Entrou uma equipa que ninguém tinha visto jogar junta. E ganhou. Convém lembrar de onde vinha o Sporting, porque sem isso o 2-1 não se percebe. Vinha de duas derrotas consecutivas em casa, com o LASK Linz e com o Académico de Viseu, do primeiro desaire interno da temporada, de nove pontos de atraso para o FC Porto e de lenços brancos nas bancadas no domingo à tarde. Alvalade tinha-se habituado a ver a bola circular muito e a chegar a lado nenhum. Dois jogos seguidos a cruzar por cruzar contra blocos que se fechavam e a sofrer sempre do mesmo modo, com a bola trocada para o lado contrário e um cruzamento rasteiro que ninguém cortou.

Manuel Nascimento · 5 min de leitura
Ler a crónica

Newsletter Bola na Rede

Estamos a preparar a newsletter do Bola na Rede. Deixa o teu email e és dos primeiros a recebê-la. Sem spam.

Feito. Ficas na lista e avisamos-te quando arrancar.