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Galatasaray vence Konyaspor e chega às 6 vitórias em 6 jogos na Liga Turca

Diogo Ribeiro · 1 min

Galatasaray Jogadores
Foto: Galatasaray SK

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O Galatasaray derrotou o Konyaspor na sexta jornada da Liga Turca. Campeões seguem na liderança e 100% vitoriosos.

Nova época, o mesmo Galatasaray dominador na Turquia. Na sexta jornada, na receção ao Konyaspor, os atuais campeões em título venceram o Konyaspor por 3-1.

Yunus Akgun (23′), Mauro Icardi (45+1′) e Lucas Torreira (64′) marcaram os golos dos vencedores. Umut Nayir (79′) ainda reduziu, mas não impediu o triunfo do Galatasaray.

Com este resultado, o Galatasaray continua 100% vitorioso e chega aos 18 pontos em apenas seis jogos e já deixou o grupo de segundos classificados, onde se inclui o Fenerbahçe – que empatou esta jornada – a seis pontos. O Konyaspor tem sete pontos e é nono classificado.

Diogo Ribeiro

Redação Bola na Rede · ver artigos

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Quando a bancada tenta jogar: uma reflexão de João Carlos Gameiro, coordenador técnico da Academica Sporting Aurélio Pereira

Passar uma manhã de sábado à beira de um campo de futebol devia ser um exercício simples: ver os miúdos crescerem. O desporto na infância é, ou devia ser, o espaço por excelência para aprender a falhar, a cair, a levantar-se e a decidir sozinho, em frações de segundo. No entanto, quem anda pelos campos de norte a sul do país, sabe que a realidade é outra. O ruído que vem de fora não é de incentivo, é um bombardeamento constante de ordens diretas: "Passa!", "Chuta!", "Dribla!". Esta obsessão cega pelo resultado imediato, disfarçada de apoio paternal, está a matar o que o jogo tem de mais sagrado: a autonomia de quem joga.  Na cabeça do pai que grita, aquela instrução é uma ajuda preciosa. Ele está genuinamente convencido disso. Mas quem está lá dentro percebe o bloqueio imediato que o berro provoca. O jogo é demasiado rápido. No instante em que o miúdo recebe a bola e tenta ler o espaço, se ouve a ordem do pai para mudar o que ia fazer, a jogada já morreu. O prejuízo imediato é a perda da bola, mas o verdadeiro estrago é o que fica para o futuro. Quando a solução vem sempre mastigada de fora, a criança deixa de pensar o jogo; passa apenas a executar ordens. 

João Carlos Gameiro · 4 min de leitura
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