Última horaPedro Lima lança e Geny Catamo sela: Sporting vence Casa Pia por 2-0 em Rio Maior
Publicidade

Micael Sequeira responde ao Bola na Rede: «Saímos daqui tristes porque sentimos que o plano e a forma como preparamos o jogo conseguimos surpreender o Benfica»

Manuel Nascimento · 2 min

Micael Sequeira Sporting 2
Foto: Ana Beles / Bola na Rede

Vê mais Bola na Rede no teu Discover Seguir no Google

Comentários (0)

Micael Sequeira analisou a derrota frente ao Benfica, no Estádio da Luz .O treinador respondeu a uma pergunta do Bola na Rede em conferência de imprensa.

Micael Sequeira analisou a derrota por 4-1 frente ao Benfica no jogo a contar para a Primeira Liga feminina, no Estádio da Luz. O Sporting apresentou um 11 inicial diferente do habitual. Com isto, o Bola na Rede quis tentar perceber quais as dinâmicas que Micael Sequeira tentou explorar.

Bola na Rede: Vimos o Sporting num 4-4-2. Quando ultrapassava a primeira linha de pressão, vimos tanto a Ruby Grant como a Carla Armengol a procurar o jogo interior e a deixar as laterais explorar as alas. Gostaria de perguntar, que espaços é que o Sporting procurou explorar com estes posicionamentos e que alterações fez da primeira para a segunda parte?

Micael Sequeira: Sim. Nós, claramente, com esse posicionamento das nossas jogadoras, éramos claramente para fixar. Primeiro as nossas avançadas fixar a linha defensiva e depois o jogo interior com o quadrado montado, juntamente com a Ruby e com a Carla e juntamente com a Ana Dias e com a Telma. Formar ali um quadrado, mas com as duas avançadas a fixar. A criar superioridade numérica no meio. Depois com a Bravo e Cameirao por trás, para procurarmos criar também o quadrado com as duas jogadoras da frente. Para criar a tal superioridade numérica no meio-campo. Queríamos também projetar muito as laterais para fixar fora e depois criarmos o espaço por dentro. Algumas vezes conseguimos ter sucesso. Também queríamos construir a três para dar mais dinâmica ofensiva pelos corredores, mas isso não conseguimos. Não conseguimos construir dessa forma. Mas penso que, em termos gerais, muito honestamente, saímos daqui tristes porque sentimos que o plano e a forma como preparamos o jogo nos permitiram surpreender o Benfica, mas, infelizmente, falta-nos a tal capacidade para aguentar a vantagem e ir à procura de fazer o segundo golo. Ao intervalo, o que foi pedido, foi continuarmos ofensivamente, continuar agressivos. Avançamos mais uma média a pressionar à frente na saída da número 16 do Benfica porque era a superioridade que elas tinham.

Manuel Nascimento

Redação Bola na Rede · ver artigos

Comentários 0

Comentários moderados.

Ainda não há comentários. Sê o primeiro a dizer o que pensas.

    Respeita os outros leitores: insultos, spam e discurso de ódio são removidos. Política de privacidade.

    Continua a ler

    as mais recentes
    Opinião

    Dragão de serviços mínimos recebe canarinhos fragilizados  | FC Porto x Estoril Praia

    Apesar de ainda não ter sofrido nenhum desaire na Liga Portuguesa, o FC Porto de Farioli já viveu momentos de maior alívio. Não pelos resultados, esses continuam a favorecer a equipa da Invicta, mas paira um certo clima de desconfiança no momento atual dos dragões, agravado pelas prestações pífias na Champions League. Nos últimos cinco jogos, em todas as competições, o FC Porto registou três vitórias e duas derrotas. Os números podiam ser mais animadores. Seis golos marcados, cinco sofridos. Nada disto afeta a confiança depositada em Farioli, que, diga-se de passagem, fez por merecê-la. Porém, os números levantam dúvidas, principalmente quanto ao volume ofensivo dos dragões, já que a coesão defensiva nunca foi sequer problemática no futebol de Farioli, que leva ao extremo a máxima: “uma boa defesa ganha campeonatos”.

    José Vale · 5 min de leitura
    Ler a crónica

    Newsletter Bola na Rede

    Estamos a preparar a newsletter do Bola na Rede. Deixa o teu email e és dos primeiros a recebê-la. Sem spam.

    Feito. Ficas na lista e avisamos-te quando arrancar.