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Micael Sequeira analisou a derrota frente ao Benfica, no Estádio da Luz .O treinador respondeu a uma pergunta do Bola na Rede em conferência de imprensa.
Micael Sequeira analisou a derrota por 4-1 frente ao Benfica no jogo a contar para a Primeira Liga feminina, no Estádio da Luz. O Sporting apresentou um 11 inicial diferente do habitual. Com isto, o Bola na Rede quis tentar perceber quais as dinâmicas que Micael Sequeira tentou explorar.
Bola na Rede: Vimos o Sporting num 4-4-2. Quando ultrapassava a primeira linha de pressão, vimos tanto a Ruby Grant como a Carla Armengol a procurar o jogo interior e a deixar as laterais explorar as alas. Gostaria de perguntar, que espaços é que o Sporting procurou explorar com estes posicionamentos e que alterações fez da primeira para a segunda parte?
Micael Sequeira: Sim. Nós, claramente, com esse posicionamento das nossas jogadoras, éramos claramente para fixar. Primeiro as nossas avançadas fixar a linha defensiva e depois o jogo interior com o quadrado montado, juntamente com a Ruby e com a Carla e juntamente com a Ana Dias e com a Telma. Formar ali um quadrado, mas com as duas avançadas a fixar. A criar superioridade numérica no meio. Depois com a Bravo e Cameirao por trás, para procurarmos criar também o quadrado com as duas jogadoras da frente. Para criar a tal superioridade numérica no meio-campo. Queríamos também projetar muito as laterais para fixar fora e depois criarmos o espaço por dentro. Algumas vezes conseguimos ter sucesso. Também queríamos construir a três para dar mais dinâmica ofensiva pelos corredores, mas isso não conseguimos. Não conseguimos construir dessa forma. Mas penso que, em termos gerais, muito honestamente, saímos daqui tristes porque sentimos que o plano e a forma como preparamos o jogo nos permitiram surpreender o Benfica, mas, infelizmente, falta-nos a tal capacidade para aguentar a vantagem e ir à procura de fazer o segundo golo. Ao intervalo, o que foi pedido, foi continuarmos ofensivamente, continuar agressivos. Avançamos mais uma média a pressionar à frente na saída da número 16 do Benfica porque era a superioridade que elas tinham.









