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Nuno Lobo após a morte de Pinto da Costa: «Dos dias mais tristes da minha vida»

Diogo Lagos Reis · 1 min

Nuno Lobo no Perfil BnR
Foto: Facebook Nuno Lobo

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A morte de Pinto da Costa suscitou diversas reações a nível nacional e mundial. Nuno Lobo também escreveu nas redes sociais.

A morte de Pinto da Costa suscitou diversas reações a nível nacional e mundial. Nuno Lobo também escreveu nas redes sociais.

Nuno Lobo também reagiu à morte de Pinto da Costa. O o antigo candidato à presidência do FC Porto, que concorreu contra André Villas-Boas nas últimas eleições, assumiu ser um dos dias mais tristes da sua vida, devido ao falecimento do antigo líder dos dragões.

«Meu querido e eterno presidente. Dos dias mais tristes da minha vida. Saudades», escreveu Nuno Lobo nas redes sociais. Pinto da Costa morreu este sábado aos 87 anos vítima de uma doença prolongada e foi alvo de várias mensagens, sobretudo de figuras associados em algum momento ao universo do FC Porto, depois de de ter sido presidente do clube azul e branco por mais de quatro décadas.

Diogo Lagos Reis

Redação Bola na Rede · ver artigos

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Opinião

Quando a bancada tenta jogar: uma reflexão de João Carlos Gameiro, coordenador técnico da Academica Sporting Aurélio Pereira

Passar uma manhã de sábado à beira de um campo de futebol devia ser um exercício simples: ver os miúdos crescerem. O desporto na infância é, ou devia ser, o espaço por excelência para aprender a falhar, a cair, a levantar-se e a decidir sozinho, em frações de segundo. No entanto, quem anda pelos campos de norte a sul do país, sabe que a realidade é outra. O ruído que vem de fora não é de incentivo, é um bombardeamento constante de ordens diretas: "Passa!", "Chuta!", "Dribla!". Esta obsessão cega pelo resultado imediato, disfarçada de apoio paternal, está a matar o que o jogo tem de mais sagrado: a autonomia de quem joga.  Na cabeça do pai que grita, aquela instrução é uma ajuda preciosa. Ele está genuinamente convencido disso. Mas quem está lá dentro percebe o bloqueio imediato que o berro provoca. O jogo é demasiado rápido. No instante em que o miúdo recebe a bola e tenta ler o espaço, se ouve a ordem do pai para mudar o que ia fazer, a jogada já morreu. O prejuízo imediato é a perda da bola, mas o verdadeiro estrago é o que fica para o futuro. Quando a solução vem sempre mastigada de fora, a criança deixa de pensar o jogo; passa apenas a executar ordens. 

João Carlos Gameiro · 4 min de leitura
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