Publicidade

Pep Guardiola defende que Diogo Dalot deveria ter sido expulso no Manchester United x Manchester City

Ricardo João Lopes · 1 min

Pep Guardiola no Manchester City
Foto: Manchester City FC

Vê mais Bola na Rede no teu Discover Seguir no Google

Pep Guardiola analisou a derrota do Manchester City contra o Manchester United por duas bolas a zero.

Pep Guardiola esteve presente na sala de imprensa depois da derrota do Manchester City por 2-0 frente ao Manchester United. O treinador assumiu que o resultado obtido foi justo:

«A melhor equipa ganhou. Eles foram melhores. Quando uma equipa é melhor, temos de aceitar isso. Eles tiveram a energia que nos faltou, por isso, parabéns. Eles tiveram oportunidades no final e, claro, os golos que sofremos foram mal defendidos. Não controlámos o jogo, mas, em geral, podemos falar sobre esta ou aquela ação. Temos o dever de analisar o jogo em geral e eles foram melhores».

O espanhol ainda assim defendeu que Diogo Dalot poderia ter sido expulso aos 11′:

«Eles começaram muito bem, perdemos uma ou duas bolas. Os adeptos foram normais, porque é um dérbi. Há muitos anos eles estão a apoiar a equipa e, com o novo técnico, é normal que esse tipo de coisa aconteça no jogo. Nunca fizemos uma jogada perigosa, um cruzamento ou um movimento para tentar vencer. Isso também faz parte da energia, ganhar ou perder, trata-se também do que fazemos com a bola, não apenas sem ela. Não se trata de um jogador. Pode-se dizer isso, pode-se dizer que aquele cartão vermelho mudava o jogo. Muitas, muitas situações acontecem. É fácil para mim vir aqui e dizer que deveria ter sido cartão vermelho. Não se trata disso, não vamos crescer se esse for o argumento para ganhar ou perder um jogo. Para isso, é preciso fazer melhor e hoje não fizemos».

Diogo Dalor foi admoestado somente com um cartão amarelo, depois de uma falta dura sobre Jérémy Doku.

Ricardo João Lopes

Redação Bola na Rede · ver artigos

Continua a ler

as mais recentes
Opinião

Brasileirão: 19 treinadores já caíram e só quatro portugueses resistem

Leonardo Jardim lidera o Brasileirão ao comando do Flamengo, Abel Ferreira mantém-se no Palmeiras, Artur Jorge continua no Cruzeiro e Pedro Emanuel procura afirmar-se no Vasco da Gama. Luís Castro e Franclim Carvalho já ficaram pelo caminho. Dezanove treinadores já caíram no Brasileirão 2026. Entre a instabilidade que varre os bancos brasileiros, os portugueses resistem: seis passaram pelo campeonato e quatro continuam de pé. Fernando Diniz, atualmente no Corinthians, foi a mais recente vítima e já tinha sido afastado do Vasco da Gama no início da temporada. A dança das cadeiras começou ainda em fevereiro, com a saída do argentino Jorge Sampaoli do Atlético-MG, e transformou a mudança de treinador numa das imagens de marca da competição.Num campeonato onde a paciência parece cada vez mais curta e os resultados pesam imediatamente sobre os treinadores, a presença portuguesa ganha particular relevância. Dos seis técnicos que passaram pelo Brasileirão em 2026, quatro continuam no ativo e dois já ficaram pelo caminho. E entre os que resistem há perfis bem diferentes: da longevidade quase excecional de Abel Ferreira à estreia de Pedro Emanuel, passando pela liderança de Leonardo Jardim e pela reconstrução de Artur Jorge no Cruzeiro.

João Esteves · 4 min de leitura
Ler a crónica

Newsletter Bola na Rede

Estamos a preparar a newsletter do Bola na Rede. Deixa o teu email e és dos primeiros a recebê-la. Sem spam.

Feito. Ficas na lista e avisamos-te quando arrancar.