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Primeira Liga: Vasco Seabra deixa o comando do Arouca

Diogo Lagos Reis · 1 min

Vasco Seabra Arouca
Foto: Pedro Barrelas / Bola na Rede

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Vasco Seabra deixa de ser treinador do Arouca. Emblema da Primeira Liga emitiu comunicado oficial nas últimas horas.

Vasco Seabra já não é o treinador do Arouca. Neste domingo, o emblema da Primeira Liga emitiu um comunicado oficial, onde dá conta de que o treinador e os restantes elementos da equipa técnica «cessaram os respetivos contratos com o clube».

«A cessação ocorre na sequência das comunicações recebidas, via email, nos últimos dias, através das quais o treinador e a sua equipa técnica manifestaram a intenção de colocar termo aos contratos em vigor», pode ler-se no site oficial do Arouca.

Conforme noticiado, o Rio Ave apresentou uma proposta recorde a Vasco Seabra, que não planeava deixar o comando do Arouca. Entretanto, já foi oficializada a saída de Sotiris Silaidopoulos, treinador grego de 47 anos que estava no clube há cerca de 15 meses.

jogadores Arouca
Fonte: Paulo Ladeira / Bola na Rede
Diogo Lagos Reis

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Há uma frase do Lampedusa que toda a gente cita mal: é preciso que tudo mude para que tudo fique na mesma. Rui Borges levou-a à letra na terça-feira. Mudou os onze. Não nove, não dez, os onze, do guarda-redes ao ponta de lança, o que é um gesto que um treinador de um grande só faz quando percebeu que já não tem nada a perder por aí. Saíram o Kaique, o Fresneda, o Ba, o Gonçalo Inácio, o Maxi, o Altimira, o Doumbia, o Flávio, o Luis Guilherme, o Irankunda e o Suárez. Entrou uma equipa que ninguém tinha visto jogar junta. E ganhou. Convém lembrar de onde vinha o Sporting, porque sem isso o 2-1 não se percebe. Vinha de duas derrotas consecutivas em casa, com o LASK Linz e com o Académico de Viseu, do primeiro desaire interno da temporada, de nove pontos de atraso para o FC Porto e de lenços brancos nas bancadas no domingo à tarde. Alvalade tinha-se habituado a ver a bola circular muito e a chegar a lado nenhum. Dois jogos seguidos a cruzar por cruzar contra blocos que se fechavam e a sofrer sempre do mesmo modo, com a bola trocada para o lado contrário e um cruzamento rasteiro que ninguém cortou.

Manuel Nascimento · 5 min de leitura
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