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Raio-X Tático da Croácia: estilo de jogo, pontos fortes e fracos e jogadores para Portugal manter debaixo de olho

Diogo Ribeiro · 1 min

Croácia Jogadores
Foto: Federação Croata de Futebol

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Portugal defronta a Croácia nos 16 avos de final do Mundial 2026. Conhece o Raio-X Tático e os destaques do adversário português.

Portugal e Croácia vão defrontar-se esta noite nos 16 avos de final do Mundial 2026. Os croatas chegaram à final em 2018, às meias-finais (e 3.º lugar) em 2022 e são uma seleção a ter em conta.

O Bola na Rede olhou para o adversário de Portugal e traçou os principais pontos a ter em conta no estilo de jogo, as mais-valias e fraquezas, e os dois principais jogadores da seleção às ordens de Zlatko Dalic

Estilo de jogo:

  • Alternância entre o 3-4-2-1 e o 4-2-3-1
  • Privilégio do jogo interior
  • Capacidade de manutenção da posse de bola por longos períodos

Pontos fortes:

  • Funcionamento do quadrado no meio-campo
  • Defesa da área em organização defensiva
  • Adequamento dos jogadores ofensivos ao perfil do jogo

Pontos fracos: 

  • Ausência de referências goleadoras
  • Costas dos laterais/alas em transições defensivas
  • Bola parada defensiva

Debaixo de Olho – Luka Modric:

  • Líder da equipa
  • Proteção da bola
  • Criatividade no passe

Debaixo de Olho – Martin Baturina:

  • Meia-distância
  • Aproximação à baliza
  • Recursos técnicos em espaço curto

O jogo dos 16 avos de final tem apito inicial marcado para as 00h desta noite, de quinta para sexta-feira, já dia 3 de julho. Conhece os onzes oficiais das duas equipas.

Eis o Raio-X Tático da Croácia:

Diogo Ribeiro

Redação Bola na Rede · ver artigos

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Opinião

Quando a bancada tenta jogar: uma reflexão de João Carlos Gameiro, coordenador técnico da Academica Sporting Aurélio Pereira

Passar uma manhã de sábado à beira de um campo de futebol devia ser um exercício simples: ver os miúdos crescerem. O desporto na infância é, ou devia ser, o espaço por excelência para aprender a falhar, a cair, a levantar-se e a decidir sozinho, em frações de segundo. No entanto, quem anda pelos campos de norte a sul do país, sabe que a realidade é outra. O ruído que vem de fora não é de incentivo, é um bombardeamento constante de ordens diretas: "Passa!", "Chuta!", "Dribla!". Esta obsessão cega pelo resultado imediato, disfarçada de apoio paternal, está a matar o que o jogo tem de mais sagrado: a autonomia de quem joga.  Na cabeça do pai que grita, aquela instrução é uma ajuda preciosa. Ele está genuinamente convencido disso. Mas quem está lá dentro percebe o bloqueio imediato que o berro provoca. O jogo é demasiado rápido. No instante em que o miúdo recebe a bola e tenta ler o espaço, se ouve a ordem do pai para mudar o que ia fazer, a jogada já morreu. O prejuízo imediato é a perda da bola, mas o verdadeiro estrago é o que fica para o futuro. Quando a solução vem sempre mastigada de fora, a criança deixa de pensar o jogo; passa apenas a executar ordens. 

João Carlos Gameiro · 4 min de leitura
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