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Rui Borges analisou o Sporting x Académico de Viseu. Leões foram derrotados por 2-1 em jogo da nona jornada da Primeira Liga.
Rui Borges já reagiu ao jogo entre o Sporting e o Académico de Viseu, da nona jornada da Primeira Liga. Neste domingo, os leões foram derrotados por 2-1 no Estádio de Alvalade e o técnico da equipa verde e branca disse o seguinte, em declarações à Sport TV:
«O que falhou? Notou-se em alguns momentos alguma intranquilidade. A bola não entrava, sofremos dois golos em dois lances que o Académico tem na nossa baliza. Duas bolas de corredor, de cruzamento. Sofrer golo na fase inicial deu alguma intranquilidade e notou-se no jogo. Mais na tomadas de decisão no último terço. Criámos muitas situações perto da baliza do Académico. Algumas com demérito nosso, outras com mérito do adversário foram travadas. Não fomos capazes de chegar ao fim com o resultado a nosso favor».
«Momento do 2-1? “É natural que a maturidade ou calma não existisse. Mas fazia parte do jogo. Estávamos ali num momento bom da nossa parte e queríamos ir atrás da vitória, do 2-1. Quando ninguém esperava sofremos o 2-1 e atirou-nos essa confiança abaixo. É natural que a equipa depois comece a perder essa confiança e essa calma. Mesmo assim tentámos, corremos, tentámos criar muito jogo de corredor e cruzamento, daí as opções na área um pouco mais cedo mas não chegou».
«Falta de confiança? É natural que aqui ou ali afete. Faz parte do ser humano. Não posso apontar nada. Eles tentaram fazer o máximo, tentaram chegar ao golo, fazer situações que pedimos, especialmente de corredor. Criámos bastante, mas não fomos felizes nas finalizações».
«Como dar resposta? Trabalhar e acreditar. Acreditando sempre e trabalhando. Não há outro remédio se não o trabalho diário e voltar a ganhar essa confiança individual e coletiva acima de tudo»
«Lenços brancos? Natural. A insatisfação dos adeptos é completamente natural. Temos de entender. Estamos num grande clube, a pressão é diária. Mau era se não houvesse insatisfação. Não ganhámos, é natural que exista. Não sei se é justa ou não. É natural e lido bem com isso»












