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Sidney Lima elogia sacrifício do Santa Clara e Otamendi: «Se não é o melhor central de Portugal, é um dos melhores»

Ricardo João Lopes · 1 min

Sidney Lima Santa Clara
Foto: Pedro Figueira / Bola na Rede

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Sidney Lima abordou o encontro entre o Benfica e o Santa Clara, relativo à quinta jornada da Primeira Liga.

Sidney Lima abordou a partida entre o Benfica e o Santa Clara, que se realizou durante a noite desta sexta-feira, num encontro da Primeira Liga. O jogo terminou com um 1-1.

«Espírito de sacrifício muito grande da nossa equipa, dos onze aos que entraram. Jogo muito difíicl contra uma grande equipa. O Benfica teve mais posse de bola, mas as melhores ocasiões foram nossas. Mesmo com um a menos, atitude e entrega muito boas. Soubemos sofrer. Parabéns a todos na nossa equipa».

«Lance de Otamendi? É um grande jogador, sou fã. Se não é o melhor central de Portugal, é um dos melhores e da Europa. O futebol é injusto, mas fomos premiados. Estava a fazer um grande jogo».

Ricardo João Lopes

Redação Bola na Rede · ver artigos

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Quando a bancada tenta jogar: uma reflexão de João Carlos Gameiro, coordenador técnico da Academica Sporting Aurélio Pereira

Passar uma manhã de sábado à beira de um campo de futebol devia ser um exercício simples: ver os miúdos crescerem. O desporto na infância é, ou devia ser, o espaço por excelência para aprender a falhar, a cair, a levantar-se e a decidir sozinho, em frações de segundo. No entanto, quem anda pelos campos de norte a sul do país, sabe que a realidade é outra. O ruído que vem de fora não é de incentivo, é um bombardeamento constante de ordens diretas: "Passa!", "Chuta!", "Dribla!". Esta obsessão cega pelo resultado imediato, disfarçada de apoio paternal, está a matar o que o jogo tem de mais sagrado: a autonomia de quem joga.  Na cabeça do pai que grita, aquela instrução é uma ajuda preciosa. Ele está genuinamente convencido disso. Mas quem está lá dentro percebe o bloqueio imediato que o berro provoca. O jogo é demasiado rápido. No instante em que o miúdo recebe a bola e tenta ler o espaço, se ouve a ordem do pai para mudar o que ia fazer, a jogada já morreu. O prejuízo imediato é a perda da bola, mas o verdadeiro estrago é o que fica para o futuro. Quando a solução vem sempre mastigada de fora, a criança deixa de pensar o jogo; passa apenas a executar ordens. 

João Carlos Gameiro · 4 min de leitura
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