Última horaBruno Pinheiro: «Demos uma boa resposta e fomos extremamente competitivos, deixa-me muito satisfeito»
Publicidade

Só Peyroteo e Eusébio marcaram mais do que Gonçalo Ramos nos primeiros 15 jogos por Portugal

Diogo Lagos Reis · 1 min

Gonçalo Ramos
Foto: Luís Batista Ferreira / Bola na Rede

Vê mais Bola na Rede no teu Discover Seguir no Google

Gonçalo Ramos marcou o último golo de Portugal contra a Dinamarca. Avançado português chegou aos nove golos pela Seleção.

Gonçalo Ramos marcou o último golo de Portugal contra a Dinamarca. Avançado português chegou aos nove golos pela Seleção.

Gonçalo Ramos tem agora nove golos em 15 jogos pela seleção principal de Portugal. De acordo com os dados do Playmaker, só Peyroteo (11G) e Eusébio (10G) marcaram mais do que o avançado do PSG nas primeiras 15 internacionalizações. André Silva e José Águas também fizeram nove golos.

Este domingo Gonçalo Ramos marcou o último dos cinco golos de Portugal contra a Dinamarca, já no prolongamento aos 115 minutos. Na primeira mão, o avançado ficou de fora dos convocados, tal como Francisco Conceição. A ficha de jogo só podia levar 23 jogadores e foi um dos que foi riscado.

Diogo Lagos Reis

Redação Bola na Rede · ver artigos

Continua a ler

as mais recentes
Opinião

Enquanto houver estrada para andar Rui Borges vai continuar | Sporting 2-1 Marítimo

Há uma frase do Lampedusa que toda a gente cita mal: é preciso que tudo mude para que tudo fique na mesma. Rui Borges levou-a à letra na terça-feira. Mudou os onze. Não nove, não dez, os onze, do guarda-redes ao ponta de lança, o que é um gesto que um treinador de um grande só faz quando percebeu que já não tem nada a perder por aí. Saíram o Kaique, o Fresneda, o Ba, o Gonçalo Inácio, o Maxi, o Altimira, o Doumbia, o Flávio, o Luis Guilherme, o Irankunda e o Suárez. Entrou uma equipa que ninguém tinha visto jogar junta. E ganhou. Convém lembrar de onde vinha o Sporting, porque sem isso o 2-1 não se percebe. Vinha de duas derrotas consecutivas em casa, com o LASK Linz e com o Académico de Viseu, do primeiro desaire interno da temporada, de nove pontos de atraso para o FC Porto e de lenços brancos nas bancadas no domingo à tarde. Alvalade tinha-se habituado a ver a bola circular muito e a chegar a lado nenhum. Dois jogos seguidos a cruzar por cruzar contra blocos que se fechavam e a sofrer sempre do mesmo modo, com a bola trocada para o lado contrário e um cruzamento rasteiro que ninguém cortou.

Manuel Nascimento · 5 min de leitura
Ler a crónica

Newsletter Bola na Rede

Estamos a preparar a newsletter do Bola na Rede. Deixa o teu email e és dos primeiros a recebê-la. Sem spam.

Feito. Ficas na lista e avisamos-te quando arrancar.