O Sporting é um histórico e quer regressar aos títulos. Este é um excerto da Antevisão da Primeira Liga Feminina 2026/27.
Para ajudar a antecipar a nova temporada, o Bola na Rede falou com Catarina Realista, média do Racing Power, e com Fernando Meira, treinador do Tadim, da 4.ª Divisão do Futebol Feminino e com passagens na formação de Braga, Vitória SC e Gil Vicente no feminino.
Lê na íntegra o artigo Especial Antevisão da Primeira Liga Feminina 2026/27 e o retrato do Futebol Feminino em Portugal do Bola na Rede. Abaixo, um excerto relativo ao Sporting, que procura quebrar hegemonia encarnada.
O Sporting contra a hegemonia
É no Sporting, segundo classificado, sobre quem recaem mais expectativas de competição às encarnadas. As leoas não estarão com o Benfica na Champions League Feminina, e jogam com o sonho de voltar ao topo do futebol feminino português.
Micael Sequeira mereceu novo voto de confiança e renovou contrato até 2028. Com o técnico, há uma esperança de que as novas talentos leoninas sejam capazes de dar novo passo em frente.
«As jogadoras da formação, que subiram naquele período de transição, de saída de jogadoras e lesões, hoje são titulares», destaca Fernando Meira. Os casos de Érica Cancelinha, Andreia Bravo ou Carolina Santiago deixam esperança às leoas e ao treinador de futebol.


«Vai ser um clube que também vai dar o que falar. São meninas novas e querem que os holofotes também foquem nelas também», considera o técnico.
O mercado foi, novamente, agitado. Saíram nomes de relevo, como Daniela Arques, Ana Capeta, Brittany Raphino, Beatriz Fonseca ou Anna Wellmann, mas chegaram muitas novidades.
Beatriz Cameirão (Benfica), Ruby Grant (Bayer Leverkusen), Neuza Besugo (Racing Power), Carol Alves (Valadares Gaia), Emma Ramírez (Real Sociedad), Cassie Coster (Rio Ave), Maísa Correia (regresso de empréstimo), Madalena Marau (Racing Power), Agata Filipa (Braga) e Ana Dias (Fomget Gençlik) já estão às ordens do treinador.

