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Sporting vence Benfica na Supertaça com Super-Leão no final da partida

Diogo Lagos Reis · 1 min

Benfica x Sporting
Foto: Mário Pinto/ Bola na Rede

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O Sporting venceu o Benfica por 2-1 na final da Supertaça Feminina e conquistou o primeiro título da temporada 2024/25.

O Sporting venceu o Benfica por 2-1 na final da Supertaça Feminina e conquistou o primeiro título da temporada 2024/25.

O Sporting é o grande vencedor da Supertaça Feminina, após bater o Benfica por 2-1 no Estádio do Restelo. O conjunto leonino fez reviravolta na ponta final da partida e venceu assim o primeiro troféu do futebol feminino nacional da temporada 2024/25. É a terceira Supertaça da história do Sporting.

Aos 27 minutos, o Benfica marcou o 1-0 através de Cristina Martín-Prieto, que atacou o espaço e rematou dentro de área após um belo passe de Christy Ucheibe a romper. A turma de Filipa Patão foi assim para o intervalo a vencer o Sporting e entrou na segunda parte com o domínio da partida. No entanto, o Sporting conseguiu dar a volta ao resultado com golos de Telma Encarnação (1-1, 81´) e Cláudia Neto (2-1, 91´) e conquistou a Supertaça.

Diogo Lagos Reis

Redação Bola na Rede · ver artigos

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O mundo não é transparente, preto e branco ou qualquer outra singularidade imutável. Como diria Bruno Nogueira no Último a Sair, "O mundo é bué cenas". E, fazendo uso da expressão, é a evolução, a mutação e o desenvolvimento dessas cenas o motor para a passagem dos dias não ser apenas isso. A sucessão de acontecimentos do Benfica funciona desta maneira. Nos últimos anos, sucederam-se treinadores, mudanças estruturais e conjunturais e mercados de transferência que, na sua sequência, levaram a que, ao dia de hoje, Andreas Schjelerup e Gianluca Prestianni sejam os grandes dínamos do futebol encarnado. Quando foram contratados, o norueguês em janeiro de 2023, o argentino um ano depois, não era propriamente surpreendente vislumbrar na dupla criativa o futuro das águias. Os meses - mesmo anos - seguintes deixaram algumas dúvidas e hesitações sobre o assunto, quase sempre mais pertinentes pela qualidade da aposta do que pela qualidade dos intérpretes, mas 2026 tem ajudado nos esclarecimentos. Já não é só o futuro que passa pela dupla criativa. O presente também o é. 

Diogo Ribeiro · 7 min de leitura
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