Última horaQuem é o rei da Andaluzia? É o Real Bétis. Ah, bem me parecia!
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Yann Sommer revela o caos que viveu no Bayern de Munique

Ricardo João Lopes · 2 min

Yann Sommer em jogo do Bayern
Foto: FC Bayern

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Yann Sommer foi guarda-redes do FC Bayern durante somente meia temporada, tendo-se mudado no verão passado para o Inter de Milão.

Yann Sommer, atual guarda-redes do Inter de Milão, concedeu uma entrevista ao Blick, onde falou sobre a experiência que passou no Bayern de Munqiue:

«Vivemos uma situação extremamente selvagem no Bayern. Despedimentos, mudanças, muita agitação e vários problemas para além do desporto. Aprendi como é que as coisas funcionam no Bayern. Escolhe-se um ou dois jogadores e depois a comunicação social dispara. E depois escolhem-se dois novos. E depois foi a minha vez. Mas não me apetecia defender-me publicamente. O mais importante era tentar atuar e ajudar a equipa a ter sucesso. Felizmente, no final, tudo acabou por correr bem».

O guardião suíço revelou que foi muito criticado:

«Claro que por vezes foi desagradável e não nos deixa incólumes. Mas as críticas fazem parte do jogo e eu consigo lidar bem com elas. Mas se não for construtiva, não posso fazer muito com ela, porque posso julgar por mim próprio se a equipa e eu fizemos um bom jogo ou não. Mas não guardo rancores. Se alguém tem uma opinião e a publica, está no seu direito».

Yann Sommer foi guardião dos bávaros entre janeiro e julho de 2023.

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Ricardo João Lopes

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Quem é o rei da Andaluzia? É o Real Bétis. Ah, bem me parecia!

SEVILHA, ESPANHA- As últimas temporadas permitiram confirmar um novo paradigma no futebol espanhol. A Andaluzia, recheada de históricos por todas as suas províncias, acabou por ver o Real Bétis transformar-se na instituição mais forte da região. O designado de número 1. Há poucas missões mais difíceis que esta. Uma Comunidade Autónoma larga, com cidades com um espólio enorme, não é fácil de dominar. Para isso, os béticos lograram montar um projeto com vários prazos e uma figura central, beneficiando também do mau momento vivido por outras instituições. Ao pensarmos no futebol na Andaluzia, sem dúvida alguma que o Real Bétis é um dos primeiros emblemas que nos vêm à cabeça. No entanto, o Sevilha já foi o Rei da Europa League e é lembrado em primeiro lugar por muitos. Málaga, Granada, Cádiz, Almería, Real Jaén… as preferências dividem-se, como em tudo. Porém, o domínio estabelecido pela instituição do Benito Villamarín é inegável. Vivemos tempos em que o verde e brancos está na moda no sul de Espanha.

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Em Portugal, as listas são horizontais, em Espanha, são verticais: o Real Bétis também é uma escola de extremos (e Souleymane Faye passou por lá)

SEVILHA, ESPANHA- Ao pensarmos em escolas de formação, com a sua especialidade em extremos, o nosso cérebro vai pensar automaticamente no Sporting. Cristiano Ronaldo, Nani, Simão Sabrosa e Ricardo Quaresma são o expoente máximo de craques saídos da cantera do emblema do José de Alvalade, capazes de fazer magia a partir da linha, procurando espaços interiores ou dando profundidade nas zonas exteriores, aliando-se ao lateral. Nos últimos anos, Espanha assumiu-se como o país protagonista no futebol, não apenas nos seniores, mas também na formação. As academias ganharam um papel importante no desenvolvimento do desporto rei desde a viragem do século, com vários emblemas a apostarem na manutenção e criação de infraestruturas para que os atletas possam atingir os níveis máximos. As conquistas do Euro 2024 e do Mundial 2026 provam este ponto. São a cereja no topo do bolo de um processo que obviamente não se construiu de um dia para o outro.

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Denílson no Real Bétis: o brasileiro que encantou Manuel Lopera e que chegou a deter o título de jogador mais caro da história

SEVILHA, ESPANHA- Em 1997, o mundo preparava-se já para a viragem do século, com todos os países do mundo ocidental a procurarem a modernização e o protagonismo global. No futebol, não era distinto. Vivíamos os primeiros anos da Premier League, que procurava destronar a Serie A como o campeonato mais poderoso do mundo. Os ingleses tinham dinheiro e queriam a maior audiência possível, proporcionando assim ao espetador os melhores encontros possíveis. Era uma batalha entre poderosos, que hoje em dia é quase inimaginável. Em Espanha, a La Liga tinha uma boa cotação, mas ainda não estava no mesmo patamar que as suas congéneres. No entanto, o caminho traçado era claro. Ainda em 1990, o governo espanhol, farto de ver os clubes a gerarem prejuízos dantescos, criou a Ley del Deporte, que levava a que os clubes profissionais criassem uma Sociedade Anónima Desportiva. A partir desse momento, as instituições também passavam a ser empresas. Os únicos que escaparam a isto (por terem fechado as contas no positivo)? Barcelona, Real Madrid, Athletic e Osasuna. Presentemente, estes quatro emblemas continuam a pertencer aos sócios.

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