Última horaFC Porto: Ponto de situação sobre o futuro de Zaidu Sanusi
Publicidade

Zlatan Ibrahimovic recusa dar resposta a Cristiano Ronaldo: «Nem vou perder o meu tempo»

Ricardo João Lopes · 1 min

Zlatan Ibrahimovic AC Milan
Foto: AC Milan

Vê mais Bola na Rede no teu Discover Seguir no Google

Zlatan Ibrahimovic rejeitou dar uma resposta a Cristiano Ronaldo. O astro português admitiu que a Liga Saudita é superior à Ligue 1.

Zlatan Ibrahimovic rejeitou dar uma resposta a Cristiano Ronaldo. O astro português admitiu que a Liga Saudita é superior à Ligue 1.

Zlatan Ibrahimovic não dar uma resposta direta a Cristiano Ronaldo, depois do astro português do Al Nassr ter admitido que considera a Liga Saudita superior à Ligue 1:

«Não há nada para responder – você não pode debater algo quando não há evidência para um dos lados. O PSG é um dos grandes clubes da Europa em uma liga muito boa. Talvez apenas Espanha e Inglaterra possam dizer com certeza que são uma liga superior. Eu nem posso responder à sugestão de que a Liga Saudita é superior – eu nem vou perder o meu tempo».

O avançado sueco vestiu a camisola do PSG entre 2012 e 2016, onde participou em 180 jogos, marcando 156 golos.

Ricardo João Lopes

Redação Bola na Rede · ver artigos

Continua a ler

as mais recentes
Opinião

Quando a bancada tenta jogar: uma reflexão de João Carlos Gameiro, coordenador técnico da Academica Sporting Aurélio Pereira

Passar uma manhã de sábado à beira de um campo de futebol devia ser um exercício simples: ver os miúdos crescerem. O desporto na infância é, ou devia ser, o espaço por excelência para aprender a falhar, a cair, a levantar-se e a decidir sozinho, em frações de segundo. No entanto, quem anda pelos campos de norte a sul do país, sabe que a realidade é outra. O ruído que vem de fora não é de incentivo, é um bombardeamento constante de ordens diretas: "Passa!", "Chuta!", "Dribla!". Esta obsessão cega pelo resultado imediato, disfarçada de apoio paternal, está a matar o que o jogo tem de mais sagrado: a autonomia de quem joga.  Na cabeça do pai que grita, aquela instrução é uma ajuda preciosa. Ele está genuinamente convencido disso. Mas quem está lá dentro percebe o bloqueio imediato que o berro provoca. O jogo é demasiado rápido. No instante em que o miúdo recebe a bola e tenta ler o espaço, se ouve a ordem do pai para mudar o que ia fazer, a jogada já morreu. O prejuízo imediato é a perda da bola, mas o verdadeiro estrago é o que fica para o futuro. Quando a solução vem sempre mastigada de fora, a criança deixa de pensar o jogo; passa apenas a executar ordens. 

João Carlos Gameiro · 4 min de leitura
Ler a crónica

Newsletter Bola na Rede

Estamos a preparar a newsletter do Bola na Rede. Deixa o teu email e és dos primeiros a recebê-la. Sem spam.

Feito. Ficas na lista e avisamos-te quando arrancar.