Última horaEm Portugal, as listas são horizontais, em Espanha, são verticais: o Real Bétis também é uma escola de extremos (e Souleymane Faye passou por lá)
Publicidade

Benfica confirma Ricardo Rocha no lugar de Javi García na equipa técnica de Roger Schmidt

Mário Cagica Oliveira · 2 min

Ricardo Rocha Benfica
Foto: SL Benfica

Vê mais Bola na Rede no teu Discover Seguir no Google

Ricardo Rocha é o novo treinador-adjunto do Benfica. O técnico português foi o eleito para render Javi García na equipa técnica de Roger Schmidt.

O Benfica confirmou Ricardo Rocha como novo treinador-adjunto de Roger Schmidt. O técnico português e antigo jogador dos encarnados rendeu Javi García, que saiu dos quadros do clube da Luz:

«A equipa técnica do futebol profissional do Sport Lisboa e Benfica inicia a pré-época 2024/25 com um novo elemento na sua estrutura. Ricardo Rocha, 45 anos, antigo defesa-central que foi campeão de águia ao peito em 2004/05, assume as funções de adjunto do treinador Roger Schmidt, ocupando a vaga aberta pela saída de Javi García, que, nesta fase da carreira, decidiu dedicar-se a fundo à sua formação profissional», escreveu o Benfica em comunicado.

Já Javi García explicou os motivos que levaram à sua saída:

«Foram duas épocas [2022 a 2024] muito exigentes, não só no Clube… Estou a tirar a minha formação como treinador, tenho a minha família, e a decisão que tive de tomar foi a de que tenho de deixar de fazer parte do staff técnico do Benfica. A razão é a de seguir a minha formação, para estar mais preparado e um dia poder voltar aqui, ao meu clube. É o que sinto, é o meu clube, a minha casa, e vou seguir a minha formação para poder um dia voltar, e voltar mais preparado», vincou.

Ricardo Rocha foi jogador do Benfica durante quatro épocas e meia, entre 2002 e 2007, tendo conquistado o campeonato, Taça de Portugal e Supertaça. No total, fez mais de 160 jogos.

LeBull banner

Sabe mais sobre o nosso projeto e segue-nos no Whatsapp!

O Bola na Rede é um órgão de comunicação social de Desporto, vencedor do prémio CNID de 2023 para melhor jornal online do ano. Nasceu há mais de uma década, na Escola Superior de Comunicação Social e em forma de programa de rádio.

Desde então, procura ser uma referência na área do jornalismo desportivo e de dar a melhor informação e opinião sobre desporto nacional e internacional. Queremos também fazer cobertura de jogos e eventos desportivos em Portugal continental, Açores e Madeira.

Podes saber tudo sobre a atualidade desportiva com os nossos Última Hora e não te esqueças de subscrever as notificações!

A 28 de outubro de 2019, avançámos também com introdução dos programas em direto, através do canal BOLA NA REDE TV, no Youtube.

Além destes diretos, temos também muita informação através das nossas redes sociais e em vários modelos de podcasts.

Se quiseres saber mais sobre o projeto, dar uma sugestão ou até enviar a tua candidatura, envia-nos um e-mail para [email protected]. Desta forma, a bola está do teu lado e nós contamos contigo!

Mário Cagica Oliveira

Redação Bola na Rede · ver artigos

Continua a ler

as mais recentes
Opinião

Em Portugal, as listas são horizontais, em Espanha, são verticais: o Real Bétis também é uma escola de extremos (e Souleymane Faye passou por lá)

SEVILHA, ESPANHA- Ao pensarmos em escolas de formação, com a sua especialidade em extremos, o nosso cérebro vai pensar automaticamente no Sporting. Cristiano Ronaldo, Nani, Simão Sabrosa e Ricardo Quaresma são o expoente máximo de craques saídos da cantera do emblema do José de Alvalade, capazes de fazer magia a partir da linha, procurando espaços interiores ou dando profundidade nas zonas exteriores, aliando-se ao lateral. Nos últimos anos, Espanha assumiu-se como o país protagonista no futebol, não apenas nos seniores, mas também na formação. As academias ganharam um papel importante no desenvolvimento do desporto rei desde a viragem do século, com vários emblemas a apostarem na manutenção e criação de infraestruturas para que os atletas possam atingir os níveis máximos. As conquistas do Euro 2024 e do Mundial 2026 provam este ponto. São a cereja no topo do bolo de um processo que obviamente não se construiu de um dia para o outro.

Ricardo João Lopes · 7 min de leitura
Ler a crónica
Opinião

Denílson no Real Bétis: o brasileiro que encantou Manuel Lopera e que chegou a deter o título de jogador mais caro da história

SEVILHA, ESPANHA- Em 1997, o mundo preparava-se já para a viragem do século, com todos os países do mundo ocidental a procurarem a modernização e o protagonismo global. No futebol, não era distinto. Vivíamos os primeiros anos da Premier League, que procurava destronar a Serie A como o campeonato mais poderoso do mundo. Os ingleses tinham dinheiro e queriam a maior audiência possível, proporcionando assim ao espetador os melhores encontros possíveis. Era uma batalha entre poderosos, que hoje em dia é quase inimaginável. Em Espanha, a La Liga tinha uma boa cotação, mas ainda não estava no mesmo patamar que as suas congéneres. No entanto, o caminho traçado era claro. Ainda em 1990, o governo espanhol, farto de ver os clubes a gerarem prejuízos dantescos, criou a Ley del Deporte, que levava a que os clubes profissionais criassem uma Sociedade Anónima Desportiva. A partir desse momento, as instituições também passavam a ser empresas. Os únicos que escaparam a isto (por terem fechado as contas no positivo)? Barcelona, Real Madrid, Athletic e Osasuna. Presentemente, estes quatro emblemas continuam a pertencer aos sócios.

Ricardo João Lopes · 7 min de leitura
Ler a crónica

Newsletter Bola na Rede

Estamos a preparar a newsletter do Bola na Rede. Deixa o teu email e és dos primeiros a recebê-la. Sem spam.

Feito. Ficas na lista e avisamos-te quando arrancar.