Publicidade

BnR TV com João Alves: «O CD Cova da Piedade foi condenado e não se pode defender»

João Pedro Barbosa · 1 min

BnR TV com João Alves: «O CD Cova da Piedade foi condenado e não se pode defender»

Vê mais Bola na Rede no teu Discover Seguir no Google

No BnR TV desta semana, João Alves, atual treinador do CD Cova da Piedade, mostrou a revolta de ter descido de divisão quando ainda havia, pelo menos, um terço da Segunda Liga para se jogar. Quanto à permanência do treinador português no CD Cova da Piedade dependerá se a formação da margem sul fique no segundo escalão do Futebol português ou não.

Ao longo dos seus 36 anos como treinador, João Alves acabou por confessar que esteve perto de ser treinador do FC Porto, do SL Benfica e da seleção portuguesa. O treinador do CD Cova da Piedade relembrou o momento em que falhou a ida para os azuis e brancos em 1990/91.

Enquanto antigo jogador, recordou o “Boavistão de Pedroto” de 1975/76, que foi vencedor da Taça de Portugal e 2.º lugar na Primeira Liga, como uma das melhores equipas onde jogos e não se esqueceu de falar das míticas “luvas pretas”. Já como treinador, falou-se sobre a épica conquista com o CF Estrela da Amadora e as quatro épocas no Association du Servette FC, da Suíça.

João Pedro Barbosa

Redação Bola na Rede · ver artigos

Continua a ler

as mais recentes
Benfica

2 anjos e 2 diabos convertidos | Benfica

O mundo não é transparente, preto e branco ou qualquer outra singularidade imutável. Como diria Bruno Nogueira no Último a Sair, "O mundo é bué cenas". E, fazendo uso da expressão, é a evolução, a mutação e o desenvolvimento dessas cenas o motor para a passagem dos dias não ser apenas isso. A sucessão de acontecimentos do Benfica funciona desta maneira. Nos últimos anos, sucederam-se treinadores, mudanças estruturais e conjunturais e mercados de transferência que, na sua sequência, levaram a que, ao dia de hoje, Andreas Schjelerup e Gianluca Prestianni sejam os grandes dínamos do futebol encarnado. Quando foram contratados, o norueguês em janeiro de 2023, o argentino um ano depois, não era propriamente surpreendente vislumbrar na dupla criativa o futuro das águias. Os meses - mesmo anos - seguintes deixaram algumas dúvidas e hesitações sobre o assunto, quase sempre mais pertinentes pela qualidade da aposta do que pela qualidade dos intérpretes, mas 2026 tem ajudado nos esclarecimentos. Já não é só o futuro que passa pela dupla criativa. O presente também o é. 

Diogo Ribeiro · 7 min de leitura
Ler a crónica

Newsletter Bola na Rede

Estamos a preparar a newsletter do Bola na Rede. Deixa o teu email e és dos primeiros a recebê-la. Sem spam.

Feito. Ficas na lista e avisamos-te quando arrancar.