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Editorial BnR #2: Prontos para 2020

Redação BnR · 1 min

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O ano de 2019 foi um ano de aprendizagem, erros, crescimento e até de superação.

No ano que agora está a findar lançámos o Bola na Rede TV, mudámos a nossa forma de comunicar nas redes sociais e continuámos a formar novos jornalistas para outros Orgãos de Comunicação Social de referência. Com a ajuda de todos, somos cada vez mais um dos bons exemplos de que se pode fazer um jornalismo positivo, não alinhando em polémicas desportivas e que não é preciso não ter clube desportivo para se ser isento.

Ainda assim, e apesar de termos atingido grande parte dos objectivos a que nos propusemos, queremos mais para 2020. O planeamento que temos para o próximo ano é ambicioso, mas acreditamos que com todos juntos, contando com cada fotógrafo, redator, revisor ou editor, que conseguiremos fazer crescer o jornalismo desportivo em Portugal.

Contudo, tudo isto apenas é possível se continuares desse lado, a apoiar-nos e criticar construtivamente cada erro nosso. És a nossa maior força e acreditamos que cada feedback é importante para o nosso caminho. Que 2020 seja o ano de conquistas, de superação e, porque não, de revalidação do Europeu de Futebol!

Bom ano a todos, Saudações Desportivas!

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Opinião

Torreense ‘Til I Die On The Beach

O Sunderland é uma das equipas mais românticas desta edição da Europa League. Não pelo futebol, mais próximo da ideia genérica do futebol inglês e britânico e pouco dado a estéticas e modernidades, mas pela história de um clube tradicional que, aos olhos de todo o mundo, desceu à 3.ª Divisão, fez o caminho das trevas e, à primeira, garantiu o acesso às competições europeias. Nesta caminhada, a série «Sunderland ‘Til I Die» ajudou o clube do Nordeste de Inglaterra a tornar-se mais global, solidarizando e sensibilizando adeptos de todo o mundo. No que toca a ter as ruas do seu lado, há poucos clubes mais bem posicionados do que o Sunderland. Um deles, ainda assim, é o Torreense. Por mais que seja interessante olhar para lá do óbvio, não nos podemos esquecer, em qualquer análise, que a competição para o emblema de Torres Vedras é altamente desigual. Enquanto se debela com um arranque de época delicado na Segunda Liga, o Torreense vai usando a Europa League como uma diversão cada vez mais competitiva, como uma montra de luxo para se publicitar enquanto clube e como uma recompensa merecida a um feito extraordinário. Este carinho natural para com o outsider roubou algum do protagonismo à primeira deslocação europeia do Sunderland em 53 anos. E, mais do que os dados lançados antes do jogo, o rumo dos 90 minutos ajuda a ganhar um sentimento de identificação com o Torreense.

Diogo Ribeiro · 7 min de leitura
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