André Silva analisou o duelo da 6.ª jornada da Primeira Liga. Casa Pia e FC Porto defrontaram-se no Rio Maior.
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O FC Porto venceu em Rio Maior por 1-4 e manteve a liderança da Primeira Liga, mas o resultado final conta pouco daquilo que foi o jogo. Durante uma hora, os dragões defrontaram um adversário que percebeu exatamente onde tinha de fechar o espaço e que esteve a poucos minutos de transformar a memória de fevereiro numa segunda dor. O que separou os dois cenários não foi uma alteração estrutural de fundo nem um momento de inspiração no jogo corrido. Foi a bola parada. Filipe Coelho montou o Casa Pia num 5-4-1 sem bola, com uma ideia muito clara para a zona que mais interessa ao FC Porto: o espaço entrelinhas. Os centrais dos lados, Selvi Clua e David Sousa, não ficaram à espera dentro da linha. Saltavam sobre o portador sempre que a bola entrava nessa zona, procurando condicionar a receção e obrigar o jogador do FC Porto a virar-se para trás. Selvi Clua, em particular, recuava com frequência para compor a última linha e assumia de forma quase permanente a atenção sobre a ligação interior de Gabri Veiga. Numa equipa que tinha sofrido onze golos em cinco jornadas, foi um plano competente e bem executado.
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André Silva analisou o duelo da 6.ª jornada da Primeira Liga. Casa Pia e FC Porto defrontaram-se no Rio Maior.
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O FC Porto está a defrontar o Casa Pia no Estádio Municipal de Rio Maior, em jogo relativo à sexta jornada da Primeira Liga.