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Benfica

Controlo absoluto e a noite de consagração de Prestianni | Aarhus 1-3 Benfica

O acesso do Benfica à fase de liga da Europa League selou-se na Dinamarca com a naturalidade que se exigia, mas com uma maturidade coletiva que merece destaque. A vitória por 3-1 frente ao Aarhus (6-2 no agregado) foi muito mais do que a confirmação de um favoritismo anunciado, foi a demonstração prática de uma equipa a assimilar rapidamente os princípios de Marco Silva, exibindo um nível de controlo posicional e agressividade na perda que há muito não se via no universo encarnado. O primeiro grande traço deste Benfica reside na capacidade de desmontar a primeira fase de pressão adversária. Em espaços curtos, sob marcação agressiva dos dinamarqueses, a equipa mostrou paciência na atração e critério no passe para encontrar o homem livre. A dinâmica entre linhas funcionou com fluidez, enquanto Leandro Barreiro ofereceu constantes movimentos de rutura no corredor central, Georgiy Sudakov apareceu mais solto para ditar os ritmos de posse. A somar a isto, a capacidade de Vangelis Pavlidis em jogar de costas para a baliza e associar os médios serviu de referência ofensiva, dando sentido a cada ataque organizado.

Duarte Rêgo · 2 min de leitura
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Benfica

Repetir a história | Aarhus x Benfica

Em semana limpa, o Benfica teve tempo para preparar todas as possibilidades. Na chegada à Dinamarca, recordam-se os tempos em que José Augusto saiu em ombros ou que o Benfica de Toni segurou o empate – e chega-se à conclusão que ambos os episódios desembocariam, mais à frente, em final europeia. Aliás, regurgitando os registos, até se percebe que da primeira vez, em 1961-62, também o Hearts surgiu pelo caminho. Foi nesta esperança de que tão estranha coincidência resulte em nova final europeia (em teoria mais acessível que Barcelona ou PSV) que se digeriu o 3-1 da primeira mão.

Pedro Cantoneiro · 6 min de leitura
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