Ruan Assis deixou o Athletic-Club para assinar com o AFS. O extremo direito assinou um contrato válido até 2030 com os avenses.
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Ruan Assis deixou o Athletic-Club para assinar com o AFS. O extremo direito assinou um contrato válido até 2030 com os avenses.
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O Sporting apresentou-se em Alvalade com um contexto pouco habitual: um plantel fustigado por baixas relevantes e, de forma inédita nesta época, a começar sem Hjulmand, o habitual pêndulo do meio-campo e símbolo do equilíbrio leonino. A gestão era obrigatória, não apenas pelas ausências, mas também pelo peso ainda bem visível do duelo europeu frente ao Bayern, que deixou marcas físicas e, sobretudo, mentais numa equipa que entrou em campo algo desligada do ritmo competitivo exigido pela Liga. Do outro lado, o AFS apresentou-se com uma postura pragmática e inteligente. Sem assumir a iniciativa do jogo, a equipa visitante mostrou-se organizada, compacta e paciente, procurando explorar transições rápidas sempre que o Sporting perdia bola em zonas sensíveis. Não criou perigo constante, mas foi suficientemente competente para incomodar e, acima de tudo, para manter o jogo num registo morno durante a primeira meia hora. Os leões tinham posse, mas era uma posse estéril, previsível, sem acelerações nem rasgos que desmontassem a estrutura defensiva adversária.
Primeira Liga
O Benfica regressou às vitórias na Primeira Liga no primeiro jogo de José Mourinho ao comando da equipa. Depois de um período conturbado, marcado pelo empate com o Santa Clara e a derrota caseira com o Qarabag, os encarnados voltaram a sorrir na Vila das Aves, frente ao AFS, com Sudakov (45+3), Pavlidis (56) e Ivanovic (64) a construírem um triunfo que, embora não tivesse sido deslumbrante, foi eficaz e seguro. Vinte e um anos depois, José Mourinho voltou a Portugal para treinar o Benfica. A receção foi calorosa, com aplausos e entusiasmo das bancadas a acompanhar o caminho do treinador até ao banco, numa estreia que prometia definir o tom desta nova etapa. O primeiro onze teve apenas um toque direto do treinador: Ivanóvic ao lado de Pavlidis no ataque, deixando Schjelderup no banco. O sistema 4-4-2 parecia claro, mas o jogo inicial revelou nervosismo e alguma ansiedade.
Primeira Liga
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