Publicidade

Tema

André Villas-Boas

641 artigos

FC Porto

FC Porto | Como tudo mudou

De há um ano para cá, tudo mudou na cidade Invicta. Hoje, o FC Porto chega à paragem para jogos internacionais isolado no primeiro lugar com sete pontos de avanço sob o segundo classificado (que tem um jogo a menos) e com apenas sete jogos por disputar até ao fim do campeonato. Não quero invocar as forças do oculto e ofender o adepto mais supersticioso, mas até o mesmo concordaria que o FC Porto está a um passo de ser campeão… pelo menos, só depende de si próprio. Há que reconhecer mérito onde o há. André Villas-Boas está a completar a sua segunda época desportiva enquanto presidente do FC Porto e há uma clara visão para o futuro. Na temporada transata, a oportunidade dada a Vítor Bruno e a escolha de Martín Anselmi provaram-se insuficientes perante o estatuto do clube nortenho, diferente de Francesco Farioli, atual treinador do FC Porto. Não obstante, há pontos importantes a tirar desta panóplia de treinadores, e que vão para lá de ganhar ou perder.

Rui Gonçalves · 4 min de leitura
Ler a crónica
Primeira Liga

A Liga dos Presidentes |  O “XG” conquistado fora do relvado

O jogo em Alvalade para a Taça terminou com uma vitória do Sporting Clube de Portugal por 1–0 frente ao Futebol Clube do Porto. No papel, foi um jogo competitivo, decidido pela margem mínima, com tudo aquilo que normalmente esperamos de um clássico do futebol português: intensidade, tensão e momentos de qualidade. No entanto, quando o dia terminou, aquilo que ficou no centro do espetáculo não foram os 22 jogadores em campo, mas sim as declarações dos presidentes. De um lado, Frederico Varandas; do outro, André Villas-Boas. Nos últimos anos, e já se tinha percebido isso na época passada, assistimos a um intensificar do protagonismo que os presidentes dos clubes, sobretudo os chamados “três grandes”, parecem querer assumir na narrativa da liga. A competição já não se joga apenas dentro das quatro linhas. Joga-se também nas salas de imprensa, nos microfones improvisados à saída dos estádios e nas declarações estrategicamente colocadas antes e após cada jornada.

João Francisco Gomes · 3 min de leitura
Ler a crónica
Opinião

A primavera não chega ao futebol português

Explicar a um aficionado com bilhete de época que muito do futebol português se joga nos bastidores seria tão útil como explicar a um adulto que o Pai Natal não existe. E as minhas expetativas já são baixas, mas seria bestial não ter de revirar os olhos cada vez que recebo uma notificação a dizer “leia as últimas declarações do presidente”. Qual presidente? Todos. É que nos últimos dez anos, os três fregueses mudaram os seus protagonistas. Podia, com isso, ter caído um estilo de liderança. Podia, com isso, ter-se encerrado o ciclo das escutas, dos vouchers e do cashball. Podia, com isso, virar-se a página. Mas acho que ainda nem sequer acabou o capítulo. E esta época tem sido particularmente insuportável, talvez pelo facto dos três acreditarem que o Marquês ou os Aliados estão ali mesmo ao virar da esquina.

Diogo Mesquita · 4 min de leitura
Ler a crónica
FC Porto

Análise ao mercado de Inverno do FC Porto

Com o fecho do mercado de inverno, agora a questão em torno do Dragão é de medir a correspondência entre as contratações efetuadas por Villas-Boas e de Zubizarreta e as aspirações do elenco atual de Francesco Farioli, e saber se a sinergia esperada, tem a capacidade de produzir mais um título nacional para o palmarés do FC Porto, no fim de maio. O FC Porto é um caso muito interessante, especialmente quando estamos dentro de uma temporada onde o clube colheu os frutos da formidável janela de verão, onde contratou Gabri Veiga, que se estreou pelo clube no Mundial de Clubes, Victor Froholdt, titular indiscutível agora com 19 jogos em 20 jornadas, a dupla polaca de centrais Kiwior-Bednarek, vinda da Premier League, Luuk de Jong e Pablo Rosario (estes dois últimos, jogadores que Farioli conhece das suas passagens pela Eredivisie e o Nice, da Ligue 1, respetivamente), e revelações como Dominik Prpic, defesa contratado ao gigante croata Hajduk Split por quatro milhões. Uma reformulação e rejuvenescimento da equipa se efetuou, mas as três contratações de janeiro, mostram a cautela com o fair-play financeiro, mas também experiência essencial para a fase mais atribulada do campeonato.

Miguel Vete · 5 min de leitura
Ler a crónica