Bruno Lage analisou a derrota do Benfica diante do Qarabag por 3-2 na estreia da Champions League. Técnico encarnado falou em conferência de imprensa.
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O momento fora de campo não ajudou nem pôs a equipa tranquila para jogar
Bruno Lage analisou a derrota do Benfica diante do Qarabag por 3-2 na estreia da Champions League. Técnico encarnado falou em conferência de imprensa.
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Sou muito grato por voltar a competir a Champions League
Bruno Lage realizou a antevisão da partida entre o Benfica e o Qarabag, válido pela primeira jornada da fase de liga da Champions League.
Opinião
Depois de um desaire açoriano, o Benfica procura afogar as mágoas junto dos seus, a contar para a competição milionária. O Qarabag, sonha como pode fora de portas, o seu objetivo principal na competição já foi atingido, mas pode surpreender? O Benfica tem um calendário de Champions competitivo e desafiador, ou, para os adeptos mais pessimistas, aterrador. Acentua-se ainda mais até se pensarmos nos jogos para o campeonato existentes entre os jogos da Champions- ir a Londres a meio da semana e acabar no Porto ao fim de semana dá um bom itinerário para férias, mas é mais cansativo quando se vai jogar à bola.
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Benfica
O empate do Benfica frente ao Santa Clara voltou a expor problemas que não são novos. A equipa foi previsível, pouco criativa e incapaz de desmontar um adversário que se fechou atrás. E mais do que nos jogadores, é no modelo de Bruno Lage e na sua leitura de jogo que se encontram as maiores responsabilidades. Logo desde início, a definição das funções em campo levantou dúvidas. Tomás Araújo foi utilizado como lateral-direito, mas sem a profundidade que Dedic costuma oferecer, acabando por prender o corredor e limitar a largura ofensiva. Ao mesmo tempo, Ivanovic recuava demasiadas vezes para receber, quando quem devia vir buscar jogo era Pavlidis, avançado mais associativo e capaz de ligar setores. Esta opção levou o Benfica a sair muitas vezes a quatro, mas com poucos homens disponíveis na frente para desequilibrar.