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Claudio Echeverri

44 artigos · último

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Opinião

Análise ao mercado do Benfica

O fecho do mercado de transferências confirma que a estrutura do Benfica trabalhou com um objetivo claro de moldar um plantel à medida das ideias de Marco Silva. De forma global, foi uma janela de transferências muito competente, onde o Benfica conseguiu reforçar a maior parte das posições das quais precisava, substituindo peças de forma cirúrgica. No entanto, o planeamento não foi perfeito e deixou uma lacuna evidente que tem de ser apontada. Essa falha mora diretamente na baliza. Faltou ao Benfica ir ao mercado buscar um guarda-redes indiscutível, já que nem Anatoliy Trubin nem Samuel Soares têm mostrado a qualidade e a segurança que a baliza da Luz exige. O contexto de jogo da equipa é muito específico, o Benfica passa a maior parte do tempo instalado no ataque e o guarda-redes faz poucas intervenções.

Duarte Rêgo · 3 min de leitura
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Olheiro BnR

Olheiro BnR | Claudio Echeverri

A confirmação da chegada de Claudio Echeverri ao Benfica por empréstimo do Manchester City, com uma opção de compra fixada nos 21 milhões de euros, coloca na Luz um dos talentos mais falados do futebol sul-americano recente. Aos 20 anos, ‘El Diablito’ procura em Lisboa a estabilidade e o enquadramento tático que lhe fugiram nas passagens fugazes por Bayer Leverkusen e Girona. Num negócio onde o risco financeiro imediato é baixo para o teto de rendimento em causa, Marco Silva recebe um elemento com perfil singular para desbloquear partidas em terrenos domésticos. Com 1,70 m e 62 kg, Echeverri é destro e foge à etiqueta de médio ofensivo clássico ou de organizador pausado: é, por natureza, um segundo avançado ou um ‘nove e meio’, com uma morfologia e um estilo de jogo que remetem de imediato para a matriz de Javier Saviola. A sua principal virtude técnica reside na receção orientada e no drible em espaços curtos. De costas para o jogo, tem a agilidade e o baixo centro de gravidade necessários para rodar num ou dois toques, ficar de frente para a baliza e atacar a linha recuada adversária. Entre linhas, descobre soluções verticais improváveis, conduz a bola colada ao pé e acrescenta veneno na meia distância e nas bolas paradas indiretas.

Duarte Rêgo · 2 min de leitura
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