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Opinião

Sporting x Athletic- a eliminatória do ‘quase’

O Sporting na temporada 2011/12 contou coma oportunidade de voltar a atingir a glória europeia, depois de gorada a vitória na final da Taça UEFA 2004/05, caindo aos pés do CSKA Moscovo. O emblema de Alvalade não sabia, mas estava mais ou menos a meio do seu ‘Vietname’, menos popular que o do rival, mas que conta igualmente com histórias que ficam na memória dos adeptos do desporto rei. Se a eliminatória frente ao Athletic teria mudado o rumo da crise que se vivia no lado de verde de Lisboa, é algo que iremos esmiuçar mais tarde. Certo é que o Sporting vivia uma autêntica epopeia nessa edição da Europa League, com a época a arrancar pelas mãos de Domingos Paciência, que foi substituído por outro ex-avançado. Ricardo Sá Pinto, o ‘homem dos suspensórios’, que não colocava a equipa a jogar um futebol entusiasmante, mas transmitia raça e crer como muito poucos. Tinha identidade e dava esperança às bancadas. Depois de não se ter conseguido classificar para a Champions League, já que terminou a Primeira Liga 2010/11 no terceiro lugar, com apenas 48 pontos, os verde e brancos viram-se atirados para a segunda prova da UEFA, onde tiveram inclusivamente que ultrapassar um playoff frente ao Nordjsaelland.

Ricardo João Lopes · 8 min de leitura
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Opinião

Na Pedreira não há Floresta que cresça: Minhotos nunca controlaram mas acabaram por triunfar | Braga 1-0 Nottingham Forest

O Braga passou um teste difícil na passada quinta-feira, ao bater o Nottingham Forest por uma bola a zero. O ruído das eliminações nas taças foi, assim, um pouco abatido e o caminho para as eliminatórias está cada vez mais perto de se confirmar. Ambas as equipas alinharam com onzes pouco habituais, algo que afetou principalmente os ingleses pela falta de avançado, com as lesões de Igor Jesus e Chris Wood. Este foi um fator que mudou por completo o estilo de jogo da equipa de Sean Dyche, como o próprio referiu após a partida. Dan Ndoye foi o homem escolhido para ocupar o eixo do ataque, e a falta de poderio físico e experiência na posição facilitou o trabalho do trio defensivo bracarense. Do outro lado, Carlos Vicens surpreendeu com as escolhas de Gabri Martínez e Diego Rodrigues para o flanco esquerdo. As dinâmicas entre estes elementos confundiram as marcações adversárias, principalmente através de movimentos interiores por parte do brasileiro, surgindo muitas vezes na mesma linha que Gorby Baptiste e Florian Grillitsch. O espanhol oferecia sempre largura e foi em várias ocasiões o desequilibrador, através de arranques no 1v1 contra Nicolò Savona.

Dinis Jacob · 5 min de leitura
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