Francesco Farioli foi o treinador do Ajax na última temporada e rumou ao FC Porto no verão. O técnico explicou a diferença da cultura das duas equipas.
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Luuk de Jong, William Gomes, Alberto Costa e Martim Fernandes serão ausências para a receção do FC Porto ao Nacional, enquanto os regressos de Gabri Veiga e Eustáquio são as boas notícias para o técnico Francesco Farioli. O 4-3-3 implementado por Farioli tem criado dinâmicas muito interessantes no meio-campo portista, com trocas de posição constantes a manterem a fluidez do ataque e a permitir abrir brechas na defesa adversária. Esta capacidade de trocar as marcações será fundamental num encontro em que desbloquear o resultado com um golo madrugador poderá ser meio caminho andado para alcançar os três pontos.
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É quase uma religião
Francesco Farioli foi o treinador do Ajax na última temporada e rumou ao FC Porto no verão. O técnico explicou a diferença da cultura das duas equipas.
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Más notícias para o FC Porto. Luuk de Jong e William Gomes saíram lesionados do jogo-treino dos dragões frente ao Lusitânia de Lourosa nesta segunda-feira.
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Quem acredita que não é possível mudar não tem um Farioli na sua vida. Francesco Farioli chegou no dia 6 de julho para salvar um FC Porto deprimido. Uma equipa desinspirada à frente e permeável atrás, com ideias de jogo frágeis e resultados ainda piores. Olhe-se o Mundial de Clubes 2025 e a batalha com o Braga pelo 3.º lugar na Primeira Liga, mesmo sem competições europeias. Um mês e meio depois, com a promessa cumprida do maior investimento da história, não sabemos onde está esse FC Porto. Já não há dúvidas. O FC Porto não é uma brincadeira. É um sério candidato ao título da Primeira Liga, com um plantel melhor e mais profundo e uma identidade de jogo consolidada. Quando estão sem bola, destacam-se pela procura dos duelos, capacidade física e pressionante – que dificulta a respiração de quem a tem – e criação de situações rápidas de superioridade numérica para fechar linhas de passe e forçar precipitações/erros. Com bola, também frente ao Sporting, exploraram a largura e o espaço nas costas da pressão com saltos do adversário. O primeiro golo do FC Porto é um exemplo do calculismo e qualidade no ataque apoiado.