Publicidade

Tema

Geny Catamo

203 artigos

CAN

5 jogadores a acompanhar na CAN 2025

A CAN 2025 em Marrocos está à porta e, embora nomes como Mohamed Salah, Victor Osimhen ou Achraf Hakimi dominem as atenções, o verdadeiro valor deste torneio está nos talentos que estão prontos para explodir e outros nomes já consolidados no futebol mundial. Aqui ficam os cinco jogadores que prometem dar que falar. Bilal El Khannouss (Marrocos) - Marrocos assume a responsabilidade de ser anfitrião do torneio e terá de gerir a pressão e o desgaste emocional desse estatuto. Neste cenário, Bilal El Khannouss surge como o elemento de clareza para estabilizar a equipa. O jogador oferece a lucidez tática necessária quando a ansiedade de marcar um golo começar a apertar. Tecnicamente, destaca-se pela sua capacidade de atuar nas entrelinhas, gerindo o espaço entre a linha média e a defensiva adversária. A sua receção orientada permite-lhe preparar o ataque antes mesmo de tocar na bola, ganhando segundos preciosos na tomada de decisão. Vira bastante bem o jogo, o que será uma boa ferramenta para desmontar os blocos baixos e compactos que Marrocos enfrentará. O médio apresenta um elevado volume defensivo, sendo agressivo na pressão e eficaz na recuperação de posse.

Duarte Rêgo · 3 min de leitura
Ler a crónica
Sporting

Cinco minutos de Rugido abriram autoestrada em Alvalade  | Sporting 6-0 AFS

O Sporting apresentou-se em Alvalade com um contexto pouco habitual: um plantel fustigado por baixas relevantes e, de forma inédita nesta época, a começar sem Hjulmand, o habitual pêndulo do meio-campo e símbolo do equilíbrio leonino. A gestão era obrigatória, não apenas pelas ausências, mas também pelo peso ainda bem visível do duelo europeu frente ao Bayern, que deixou marcas físicas e, sobretudo, mentais numa equipa que entrou em campo algo desligada do ritmo competitivo exigido pela Liga. Do outro lado, o AFS apresentou-se com uma postura pragmática e inteligente. Sem assumir a iniciativa do jogo, a equipa visitante mostrou-se organizada, compacta e paciente, procurando explorar transições rápidas sempre que o Sporting perdia bola em zonas sensíveis. Não criou perigo constante, mas foi suficientemente competente para incomodar e, acima de tudo, para manter o jogo num registo morno durante a primeira meia hora. Os leões tinham posse, mas era uma posse estéril, previsível, sem acelerações nem rasgos que desmontassem a estrutura defensiva adversária.

João Francisco Gomes · 2 min de leitura
Ler a crónica