Gianluca Prestianni tem iminente o acordo para renovar contrato com o Benfica. Extremo argentino vai assinar até 2031.
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FC Porto
A sétima jornada da Liga Portuguesa 2026/27 oferece-nos o primeiro clássico da época. FC Porto e Benfica dividem forças no Estádio do Dragão, num duelo que vale a liderança da prova. Francesco Farioli comanda a equipa campeã nacional e melhor defesa da competição até ao momento (dois golos sofridos), Marco Silva lidera o conjunto que almeja ser o principal pretendente à conquista do título e melhor ataque da prova até à data (21 golos marcados). Sendo certo que qualquer resultado, nomeadamente o empate, mantém tudo em aberto, é igualmente certo que uma vitória de uma das equipas pode mudar ligeiramente a dinâmica atual. Um triunfo do FC Porto coloca já as águias a cinco pontos do primeiro lugar e torna o cenário dos portistas mais acessível na sua gestão da liderança. No entanto, uma vitória benfiquista no Dragão faz subir a águia para o primeiro lugar e manter a mesma numa senda de bons resultados muito relevante que será difícil contrariar.
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Gianluca Prestianni tem iminente o acordo para renovar contrato com o Benfica. Extremo argentino vai assinar até 2031.
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A vitória é graças ao Samu
Gianluca Prestianni analisou o duelo da 6.ª jornada da Primeira Liga. Benfica e Gil Vicente defrontaram-se no Estádio da Luz.
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Opinião
Em Moreira de Cónegos, o Benfica voltou a deixar bem vincada a identidade que Marco Silva está a construir. O modelo de jogo encarnado parece já perfeitamente assimilado, com uma equipa cada vez mais confortável nos seus princípios e capaz de transformar essa organização numa verdadeira máquina ofensiva. Do outro lado, o Moreirense voltou a mostrar as qualidades que lhe têm permitido competir: uma equipa organizada, disciplinada e com ideias interessantes, mas limitada pela falta de talento individual para contrariar adversários deste nível. Quando a organização encontra pela frente uma equipa com mais soluções e qualidade, a diferença acaba inevitavelmente por aparecer, como o próprio Vasco Botelho da Costa assumiu. Com Alexander Bah afastado por lesão, Daniel Banjaqui entrou para lateral-direito, desempenhando uma função que se adequa às suas competências. Com o extremo do lado direto do Benfica a alinhar sempre em posições mais interiores, a capacidade de Banjaqui em largura foi evidente, através da sua potência física e movimento sem bola, deixando bons indícios para uma posição curta em termos de profundidade do plantel. O jovem de apenas 18 anos entrou em campo com algum nervosismo, visível pelos pequenos erros cometidos no arranque da partida, mas foi ganhando conforto à medida que o jogo avançou, acabando por se tornar um dos jogadores mais consistentes das águias na segunda parte.
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Opinião
O Moreirense recebe, esta quarta-feira, o Benfica, num encontro relativo à 3.ª jornada da Primeira Liga, adiado devido à participação dos encarnados no play-off de acesso à Europa League. Em habitual dia de Champions, a formação benfiquista entra, assim, em campo com a possibilidade de somar mais três pontos, chegar aos 13 e aproximar-se do Sporting, atual segundo classificado, sem perder de vista a liderança isolada do FC Porto, adversário que defrontará, fora de portas, na 7.ª jornada do campeonato. Ora, o Moreirense chega a este encontro precisamente depois de uma prestação bastante competitiva e louvável no Estádio do Dragão, onde perdeu, apenas por 2-1, diante do FC Porto. A equipa orientada por Vasco Botelho da Costa terá, contudo, pela frente um desafio adicional relacionado com essa tal menor margem de recuperação entre partidas, uma situação menos habitual para um plantel que não está tão rotinado a disputar encontros com apenas alguns dias de intervalo.