Marrocos confirmou a mudança de selecionador. Mohamed Ouahbi foi eleito o novo timoneiro da equipa e Hoalid Regragui foi despedido. João Sacramento vai ser adjunto.

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Marrocos confirmou a mudança de selecionador. Mohamed Ouahbi foi eleito o novo timoneiro da equipa e Hoalid Regragui foi despedido. João Sacramento vai ser adjunto.
CAN
Em Rabat, no Prince Moulay Abdellah, os adeptos de Marrocos iam fazendo a festa e pintando as bancadas de vermelho, esperando quebrar um enguiço que dura desde 1976. No sentido contrário, os adeptos do Senegal, a jogarem a mais de 2500 km do próprio país, não se inibiam de dançar, cantar e fazer barulho, numa forma de demonstrar apoio aos seus jogadores para, consequentemente, repetirem o feito conseguido em 2021. No prolongamento, depois de tanta polémica, Pape Gueye gelou o estádio e levou o Senegal a conquistar a segunda Taça das Nações Africanas (CAN) da história do país. Depois de ambas as seleções terem feito um torneio praticamente perfeito, chegava o dia de uma destas nações se tornar a maior do continente africano. Marrocos, jogando em casa e tendo evoluído muito nos últimos anos, partia para este jogo como favorito. O Senegal, porém, para além de ter feito uma CAN praticamente irrepreensível, não podia ser menosprezado. Não só a qualidade individual é muita, como, duas edições antes, havia celebrado a vitória desta mesma competição.
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