Benfica
Repetir a história | Aarhus x Benfica
Em semana limpa, o Benfica teve tempo para preparar todas as possibilidades. Na chegada à Dinamarca, recordam-se os tempos em que José Augusto saiu em ombros ou que o Benfica de Toni segurou o empate – e chega-se à conclusão que ambos os episódios desembocariam, mais à frente, em final europeia. Aliás, regurgitando os registos, até se percebe que da primeira vez, em 1961-62, também o Hearts surgiu pelo caminho. Foi nesta esperança de que tão estranha coincidência resulte em nova final europeia (em teoria mais acessível que Barcelona ou PSV) que se digeriu o 3-1 da primeira mão.