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João Félix

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Seleção Nacional

Do clube ao Mundial | A continuidade da melhor versão de João Félix

Nem sempre os protagonistas de uma equipa são aqueles que mais contribuem com golos ou assistências. Há jogadores cuja influência ultrapassa os números e cuja qualidade se torna evidente na forma como transformam o jogo coletivo. É precisamente esse o caso de João Félix. Apesar de ainda não ter marcado nem assistido no Mundial de 2026, o avançado tem sido, na minha opinião, o melhor jogador da Seleção Nacional ao longo da fase de grupos. Curiosamente, João Félix nem sequer participou no encontro de estreia frente ao Congo. No entanto, a partir do momento em que Roberto Martínez lhe entregou a titularidade, tornou-se impossível ignorar a sua influência no jogo ofensivo de Portugal. A aposta revelou-se inteiramente justa e, acima de tudo, necessária para dar outra criatividade e outra capacidade de desequilíbrio à equipa.

Miguel Costa · 3 min de leitura
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Seleção Nacional

5 jogadores de Portugal que merecem mais protagonismo no Mundial 2026

Completados dois jogos, há pontos positivos e negativos a referir acerca da prestação de Portugal até então. Naturalmente, há sempre aspetos a melhorar tanto do ponto de vista coletivo, como do ponto de vista individual. Nesse segmento, Portugal pode lucrar com a subida de rendimento de alguns jogadores se estes tiverem mais minutos do que até então, ou se encaixarem numa caixa tática mais propícia a retirar melhor partido das suas características. Ficam aqui cinco nomes que merecem mais protagonismo na seleção portuguesa, seja através de mais minutos de jogo ou através de maior relevância tática:

Rui Gonçalves · 4 min de leitura
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Seleção Nacional

Tem de dar | Portugal x Uzbequistão

Depois de um início quase catastrófico, Portugal procura a sua primeira vitória no Mundial 2026, numa semana marcada por várias polémicas internas, onde alguns jogadores da seleção portuguesa e as suas famílias foram alvos de invasões de fãs de Cristiano Ronaldo descontentes com a forma como o astro português é, alegadamente, tratado pelos companheiros de equipa. Sem resposta oficial nem oficiosa quanto ao assunto, a seleção procura blindar o balneário a barulho exterior e focar-se naquilo que importa: o que acontece dentro das quatro linhas.  No jogo de estreia, frente à RD Congo, Portugal usou e abusou de passes para o lado e para trás, numa recusa ao passe progressivo e à baliza adversária que perdurou 90 minutos. O excesso de conservadorismo custou à seleção nacional dois preciosos pontos, e agora não há tempo nem pontos a perder. Portugal defrontará uma equipa sem medos de se esconder dentro da sua área e aproveitar eventuais transições 

Rui Gonçalves · 4 min de leitura
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