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Opinião

Na Pedreira não há Floresta que cresça: Minhotos nunca controlaram mas acabaram por triunfar | Braga 1-0 Nottingham Forest

O Braga passou um teste difícil na passada quinta-feira, ao bater o Nottingham Forest por uma bola a zero. O ruído das eliminações nas taças foi, assim, um pouco abatido e o caminho para as eliminatórias está cada vez mais perto de se confirmar. Ambas as equipas alinharam com onzes pouco habituais, algo que afetou principalmente os ingleses pela falta de avançado, com as lesões de Igor Jesus e Chris Wood. Este foi um fator que mudou por completo o estilo de jogo da equipa de Sean Dyche, como o próprio referiu após a partida. Dan Ndoye foi o homem escolhido para ocupar o eixo do ataque, e a falta de poderio físico e experiência na posição facilitou o trabalho do trio defensivo bracarense. Do outro lado, Carlos Vicens surpreendeu com as escolhas de Gabri Martínez e Diego Rodrigues para o flanco esquerdo. As dinâmicas entre estes elementos confundiram as marcações adversárias, principalmente através de movimentos interiores por parte do brasileiro, surgindo muitas vezes na mesma linha que Gorby Baptiste e Florian Grillitsch. O espanhol oferecia sempre largura e foi em várias ocasiões o desequilibrador, através de arranques no 1v1 contra Nicolò Savona.

Dinis Jacob · 5 min de leitura
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Braga

Guerreiros do Minho com árduo teste de inglês pela frente | SC Braga X Nottingham Forest

O SC Braga recebe, esta quinta-feira, o Nottingham Forest, num jogo da fase de liga da Liga Europa, que pode ser crucial para o acesso direto aos oitavos de final. Isto porque o encontro colocará frente a frente duas equipas que lutam pelo top-8 da classificação, de modo a poderem evitar dois jogos de play-off: o Braga é sétimo, com 13 pontos, enquanto o Forest ocupa o 11.º lugar, com 11 pontos. Ora, o Braga atravessa uma fase irregular desde o Natal, com apenas duas vitórias nos últimos seis jogos, incluindo um triunfo dramático aos 90+2 minutos no último fim de semana, em Tondela, por 0-1, fruto de uma grande penalidade convertida com sucesso por Rodrigo Zalazar.

Raul Saraiva · 6 min de leitura
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Premier League

Como está o Nottingham Forest depois de Nuno Espírito Santo?

Nuno Espírito Santo chegou a Nottingham com o mesmo traço que sempre marcou a sua carreira: exigência, intensidade e identidade. O treinador português embarcou num clube que, depois de décadas afastado da elite, procurava mais do que apenas sobreviver na Premier League. Encontrou uma equipa insegura, emocionalmente frágil e taticamente indefinida. Quando assumiu o comando em dezembro de 2023, o Forest lutava para não cair novamente no Championship. Nuno trouxe consigo um modelo de jogo equilibrado, sólido defensivamente e com transições rápidas, devolvendo ao plantel confiança e organização. O resultado foi imediato: o clube estabilizou, terminou a época com margem confortável e, na temporada seguinte, atingiu o que poucos acreditariam possível, uma presença europeia, a primeira em quase três décadas.

Samuel Pinho · 2 min de leitura
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Opinião

Um duelo de ambições no regresso à cena europeia | Nottingham Forest x FC Porto

Existem jogos que prendem a atenção do mundo do futebol pelo simbolismo que representa e a própria expectativa. O jogo desta quinta-feira entre o Nottingham Forest e o FC Porto a contar para a UEFA Europa League é um exemplo de ambos. O trajeto das duas equipas na competição e na própria época até agora não podia ser mais diferente. Uma não conhece a derrota e procura o primeiro triunfo numa zona historicamente marcada por muitas desilusões, outra mal conhece o sabor da vitória e procura virar a página vencendo pela primeira vez na Europa esta época. O FC Porto tem dominado a Liga Portuguesa até agora, com sete vitórias e um empate em oito jornadas, 19 golos marcados e apenas 1 sofrido. Na UEFA Europa League, a equipa azul e branca apresenta um trajeto de equilíbrio, com bastante de posse, eficácia e solidez evidenciada pelos dois triunfos suados, contudo justos pela energia e talento coletivo. O modelo de jogo assenta numa forte circulação e controlo da posse, com capacidade para concretizar ofensivamente e manter a defesa concentrada. Num coletivo onde brilha até agora a espinha dorsal: Diogo Costa, Bednarek, Froholdt e Samu. Com justiça a menção a nomes como Alberto Costa, Kiwior, Alan Varela, Gabri Veiga, Rodrigo Mora, William Gomes, Borja Sainz e Pepê que muito têm acrescentado a equipa que sonha com reconquistas e consagração.

Jorge Afonso · 7 min de leitura
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