Vitinha ficou no 14.º lugar do ranking da Bola de Ouro 2026. Luis Enrique elogiou o médio português antes do Le Havre x PSG.

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Não teve a posição que merece no ranking da Bola de Ouro
Vitinha ficou no 14.º lugar do ranking da Bola de Ouro 2026. Luis Enrique elogiou o médio português antes do Le Havre x PSG.
Opinião
Há jogadores que decidem jogos com um golo, guarda-redes que os salvam com uma defesa impossível e defesas que garantem vitórias com um corte no último segundo. São momentos que ficam na memória, mas que raramente contam toda a história de um jogo, até porque, antes de a bola chegar à área, há um setor onde muitas das decisões fundamentais são tomadas. O futebol mudou ao longo dos anos, com métricas e escolas de treinadores que olham para o meio-campo como parte essencial do sistema. Os sistemas táticos mais comuns como 4-3-3 e o 4-2-3-1 continuam presentes, mas as posições são cada vez menos rígidas, os jogadores adaptam-se mais facilmente a vários papéis e torna-se tudo mais fluído. Esta nova geração de treinadores tem explorado precisamente esta flexibilidade.
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Os primeiros quatro jogos de Jorge Jesus ao comando da Seleção Nacional permitiram perceber quais os jogadores que melhor se adaptaram às ideias do novo selecionador. Entre golos, assistências e novas dinâmicas táticas, cinco nomes destacaram-se pela influência que tiveram no rendimento da equipa e pela forma como potenciaram as suas qualidades individuais. De João Félix a Rúben Neves, passando por Gonçalo Ramos, Vitinha e João Cancelo, este é o top-5 dos jogadores que mais se evidenciaram neste arranque da era Jorge Jesus.
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Sérgio Conceição elogia Cristiano Ronaldo: «O que ele fez na Arábia é o que fez nos outros clubes, nos sítios onde trabalhou e na seleção»
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Dirigente do Anderlecht segura Vítor Bruno e destaca: «Falei com alguns jogadores esta semana e dizem em uníssono que o Vítor é um dos melhores treinadores que trabalhou no Anderlecht nos últimos anos»
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O PSG derrotou o Manchester City por 4-2 e o Real Madrid de José Mourinho venceu a AS Roma por 4-3, em duelos da 2.ª jornada da Champions League.
Ligue 1
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A Seleção Nacional de Portugal ultrapassou a polémica causada pelo abandono de Cristiano Ronaldo da concentração com a melhor das respostas: golos, classe e liderança isolada. Portugal foi ao Estádio Parken vencer a Dinamarca por 2-4, num jogo que sublinhou o imenso talento ofensivo da equipa de Jorge Jesus, mas que também deixou alguns avisos sobre a exposição defensiva nas transições rápidas. Com três vitórias em três jogos na Liga das Nações, os quartos de final estão praticamente à vista. A grande vitória tática de Jorge Jesus passou pela dinâmica do corredor central. A devolução de Bruno Fernandes ao papel de maestro, solto nas costas do avançado, mudou a cara da equipa. Com a braçadeira no braço, o médio do Manchester United pautou os ritmos e encontrou em Gonçalo Ramos o parceiro ideal. A exibição do avançado do AC Milan foi um autêntico manual de como jogar na frente. Ramos não se limita a esperar pela bola, ele vem atrás, arrasta os defesas centrais, combina de costas e abre espaços. O golo que marca, após um toque de calcanhar para Bruno Fernandes e desmarcação imediata na profundidade, e a assistência que faz para a finalização fria e de classe de João Cancelo provam que o modelo de pressão alta e mobilidade de Jesus assenta na perfeição nas suas características. Hoje, Gonçalo Ramos oferece ao jogo coletivo uma agressividade e uma capacidade de ligação que um avançado mais estático simplesmente não consegue dar.
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O Estádio José Alvalade será palco da estreia de Portugal na atual edição da Liga das Nações, onde a turma das quinas irá defrontar a seleção do País de Gales. Com Jorge Jesus como inevitável destaque e foco deste embate, onde se estreará como selecionador nacional, a expetativa que se vive é a de iniciar este ciclo da melhor forma, alcançando o primeiro triunfo daquela que tem sido uma competição de boas memórias. O técnico português não quis (para já) fugir muito àquilo que tem sido os habituais convocados da seleção nacional, ‘resgatando’ apenas João Palhinha (que falhou o Mundial de 2026), Fábio Silva (que já não envergava as cores portuguesas desde 2024) e Nuno Tavares que constatou nos eleitos na qualificação para o mais recente Campeonato do Mundo. A novidade vai inevitavelmente para Samuel Soares, guardião do Benfica, que surge nos convocados pela primeira vez.