O PSG derrotou o Slavia Bratislava por 6-1 e, no final da partida, Luis Enrique falou sobre os nomeados para a Bola de Ouro 2026.
À prova de tremores: Seleção dá espetáculo em Copenhaga | Dinamarca 2-4 Portugal
A Seleção Nacional de Portugal ultrapassou a polémica causada pelo abandono de Cristiano Ronaldo da concentração com a melhor das respostas: golos, classe e liderança isolada. Portugal foi ao Estádio Parken vencer a Dinamarca por 2-4, num jogo que sublinhou o imenso talento ofensivo da equipa de Jorge Jesus, mas que também deixou alguns avisos sobre a exposição defensiva nas transições rápidas. Com três vitórias em três jogos na Liga das Nações, os quartos de final estão praticamente à vista. A grande vitória tática de Jorge Jesus passou pela dinâmica do corredor central. A devolução de Bruno Fernandes ao papel de maestro, solto nas costas do avançado, mudou a cara da equipa. Com a braçadeira no braço, o médio do Manchester United pautou os ritmos e encontrou em Gonçalo Ramos o parceiro ideal. A exibição do avançado do AC Milan foi um autêntico manual de como jogar na frente. Ramos não se limita a esperar pela bola, ele vem atrás, arrasta os defesas centrais, combina de costas e abre espaços. O golo que marca, após um toque de calcanhar para Bruno Fernandes e desmarcação imediata na profundidade, e a assistência que faz para a finalização fria e de classe de João Cancelo provam que o modelo de pressão alta e mobilidade de Jesus assenta na perfeição nas suas características. Hoje, Gonçalo Ramos oferece ao jogo coletivo uma agressividade e uma capacidade de ligação que um avançado mais estático simplesmente não consegue dar.


















