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Revista do Mundial 2018 – Alemanha

João Brandão · 3 min

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A Alemanha é uma das mais fortes candidatas à conquista do Mundial 2018, procurando a revalidação do título conquistado há quatro anos no Brasil. Com uma das bases de recrutamento mais vastas da atualidade, Joachim Low tem mão-de-obra suficiente para repetir a façanha de 2014, conseguindo formar duas ou três equipas com qualidade acima da média, como ficou provado na Taça das Confederações. Com quatro mundiais conquistados, irão os germânicos alcançar a manita?

TRIVIA

– As melhores participações num Mundial aconteceram em 1954, 1974, 1990 e 2014, anos em que a Seleção alemã levou o título para casa, vencendo no jogo decisivo, respetivamente, Hungria, Holanda e Argentina (2x).

– O jogador mais vezes internacional pela Mannschatf é Lothar Matthäus com 150 internacionalizações.
– O melhor marcador de sempre seleção alemã é Miroslav Klose com 71 golos.

O Percurso

Fonte: DFB

Depois de cair nas meias-finais do Euro 2016, disputou a qualificação para este mundial num grupo que continha Irlanda do Norte, Azerbaijão, República Checa, Noruega e São Marino. Contabilizou por vitórias todos os 10 jogos realizados, marcando 43 golos e sofrendo apenas quatro. Pelo meio, venceu a Taça das Confederações no verão de 2017 com uma equipa formada por segundas linhas.

A Estrela da Companhia

Fonte: DFB

Numa equipa em que a sua maior força está no coletivo fica difícil eleger um jogador como estrela. No entanto, a magia de Toni Kroos no meio campo da Mannschaft eleva-a para outro patamar. Com uma precisão e qualidade no passe acima da média, o médio do Real Madrid é o elemento mais preponderante na construção ofensiva germânica, o que permite que outros valores como Ozil, Draxler, Muller ou Werner despontem mais à frente no terreno.

A Revelação

Fonte: DFB

Depois de uma época de alto rendimento ao serviço do Manchester City, Leroy Sané parece ter tudo para despontar na maior prova do mundo. Catapultado pelas lições de Guardiola, o extremo alemão apontou 10 golos e 15 assistências na Premier League, quebrando os rins a todos os laterais que enfrentou. Fruto da sua imprevisibilidade, velocidade e irreverência, é dos jogadores mais difíceis de defender, criando problemas redobrados aos adversários. A principal dúvida é perceber como se enquadrará no estilo de jogo da sua seleção, que não privilegia tanto as transições.

O Treinador

Fonte: DFB

O alemão Joachim Low de 58 anos é o timoneiro da seleção alemã desde 2006. Como jogador dividiu a carreira entre a Alemanha e a Suiça, mas foi no Friburgo que passou a maior parte da sua carreira – 8 anos na totalidade. Sem grande sucesso dentro do campo, foi a comandar os jogadores que teve maior destaque. Está na seleção alemã desde 2004, os dois primeiros anos como adjunto de Jurgen Klinsmann, tendo assumido o cargo de selecionador em 2006. À frente da Mannschatf, Low venceu o Mundial 2014 e a Taça das confederações em 2017, tendo sido finalista do Euro 2008. Privilegiando um estilo de jogo de posse e até sem uma referência ofensiva de raiz, Low é um dos treinadores mais competentes, parecendo ter as competências necessárias para comandar a Alemanha à glória em Moscovo.

Quão alto pode sonhar?

Fonte: DFB

 

Não é bem sonhar, pois é uma ambição bem real: todos os alemães ambicionam levantar o caneco no dia 15 de julho. Têm qualidade individual e coletiva para levar de vencida qualquer seleção e estão numa primeira linha de candidatos a vencedores, juntamente com Espanha, França e Brasil. Tudo o que não seja uma presença nas meias-finais será um fracasso. Mas uma coisa é certa: muita cerveja se vai beber na Alemanha durante os meses de junho e julho, tal é o entusiasmo dos germânicos em torno da sua seleção.

Foto de capa: DFB

João Brandão

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Torreense ‘Til I Die On The Beach

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