Última horaJá está definida a final da Taça Sul-Americana
Publicidade

5 jogadores que passaram por Arsenal FC e Chelsea FC no século XXI

Miguel Simões · 5 min

5 jogadores que passaram por Arsenal FC e Chelsea FC no século XXI
Foto: Arsenal FC

Vê mais Bola na Rede no teu Discover Seguir no Google

Está aí à porta a final da Taça de Inglaterra. E logo com um escaldante dérbi londrino a realizar-se, precisamente, na capital inglesa – no mítico Wembley Stadium. Será a terceira vez neste século que as duas equipas se encontram na final de Wembley. 

GUNNERS OU BLUES? QUAL DOS EMBLEMAS LONDRINOS LEVARÁ A MELHOR NO ÚLTIMO JOGO DA TEMPORADA INGLESA? APOSTA COM A BET.PT!

Ao longo dos últimos anos, várias foram as vezes que Arsenal FC e Chelsea FC disputaram troféus. E se é verdade que a última final caiu para os blues (com uma goleada na Liga Europa, na época passada), também não deixa de ser um facto que, nas únicas duas vezes em que as equipas se encontraram na final da Taça de Inglaterra, os gunners saíram a sorrir. Certo é que o Arsenal vai em busca da sua 14ª Taça e o Chelsea tentará o nono troféu.

Contudo, a longa História (e rivalidade!) entre estes dois clubes não se faz só de títulos ou confrontos diretos, mas também de atletas que vestiram ambas as camisolas. Na antevisão ao encontro entre duas das equipas que mais vezes chegam à final da competição, apresentamos uma lista de cinco jogadores que passaram pelo Emirates e por Stamford Bridge no presente século.

5.


William Gallas – Se há jogador que sabe o que é “rodar” por emblemas icónicos de Londres, esse jogador é… William Gallas. Proveniente do futebol francês (onde representou emblemas como o SM Caen e o Olympique de Marseille), o defesa central chegou a Inglaterra em 2001/02, com 23 anos.

Contratado por uma verba a rondar os 10 milhões de euros, Gallas destacou-se no Chelsea e, com José Mourinho ao leme, conquistou a Liga Inglesa por duas ocasiões. Contudo, ao fim de cinco temporadas, no verão de 2006, mudou-se para o Arsenal de Arsène Wenger a custo zero. Porquê a custo zero? O próximo jogador apresentado estará no centro dessas explicações.

O internacional francês manteve-se no Arsenal durante quatro épocas, mas a sua estadia coincidiu precisamente com a fase de oito anos em que os gunners não conquistaram um único título. Passaria ainda pelo Tottenham Hotspur FC durante três anos, mas acabaria por terminar a sua carreira no Perthy Glory FC, da Austrália.

4.


Ashley Cole – Após sete épocas de sénior no Arsenal (onde se formou), o defesa esquerdo fez o caminho inverso de William Gallas e, curiosamente, perante o mesmo acordo de transferência. Dado que o inglês era um desejo antigo de José Mourinho, o Chelsea optou por ceder o central francês a custo zero e, assim, adquirir o lateral por quase 8 milhões de euros. Tudo isto no mercado de verão de 2006.

E se é verdade que, até esse ano, o internacional inglês contabilizou oito títulos ao serviço do Arsenal de Wenger, certo é que, pelos blues, foram nove – dois dos quais uma Liga Europa e uma Liga dos Campeões.

Ao fim de oito temporadas em Stamford Bridge, Cole passaria ainda pela AS Roma por uma época, pelo LA Galaxy durante três anos, mas acabaria a carreira, na temporada passada, no Derby County FC.

3.


Olivier Giroud – Um de dois atletas desta lista ainda no ativo! Após ter completado a formação no Grenoble Foot38 e de ainda ter passado por outros clubes franceses como o Tours FC e o Montpellier HSC, o ponta de lança transferiu-se para o Arsenal em 2012/13, por uma verba a rondar os 12 milhões de euros.

Foram mais de 100 golos com a camisola dos gunners, mas foi já com 31 anos que viu o seu ciclo de cinco temporadas e meia chegar ao fim. No mercado de inverno de 2018, o Chelsea resolveu investir 20 milhões na compra do internacional francês, o que permitiu ao avançado novas conquistas (como uma Liga Europa), mas muito menos golos e jogos a titular.

Na última final da Taça de Inglaterra disputada entre os emblemas londrinos, Giroud acabou por assistir para o golo (um minuto após ter entrado) que deu o troféu ao Arsenal. Estando agora do “outro lado da barricada”, o que poderá acontecer? De realçar que o francês marcou nas últimas quatro partidas.

2.


Cesc Fàbregas – Dos cinco atletas apresentados, o nome de Fàbregas aparece como sendo o único que não trocou de equipas diretamente. Formado no Barcelona FC, o médio chegou ao Arsenal no verão de 2003, com apenas 16 anos. A adaptação não foi fácil, mas quando começou a ser opção a sério, em 2004/05, deu logo nas vistas.

Mesmo com poucos títulos conquistados ao serviço do emblema do Emirates, o internacional espanhol continuou a “dar cartas” e deixou-se ficar em Londres até 2011, altura em que regressou à equipa que o formou.

Três épocas depois, regressou ao futebol inglês, mas para representar… O Chelsea. Clube onde conquistou competições que nunca tinha ganho até então, como a Liga Europa e a própria Liga Inglesa (por duas vezes). Uma passagem de quatro épocas e meia antes de se mudar para o AS Monaco no inverno de 2019, onde até hoje se mantém.

1.


Petr Cech – Um dos guarda-redes mais míticos da História do futebol, sobejamente conhecido por usar um capacete em todos os jogos desde uma grave lesão que sofreu em 2006, ao serviço do Chelsea.

Depois de passagens pelo futebol checo e francês, aventurou-se no campeonato inglês com 22 anos, tendo sido dono e senhor das redes dos blues ao longo das onze temporadas ininterruptas em Londres. Onze… Que se transformariam em quinze, mas com as outras quatro a representar um outro clube da capital inglesa.

Entre 2015 e 2019, o internacional checo defendeu as cores do Arsenal, acumulou dois títulos aos 17, que já tinha conquistado no Chelsea, e despedir-se-ia dos relvados precisamente num Arsenal-Chelsea, jogo que terminou com uma goleada dos blues na final da Liga Europa da temporada passada.

Artigo revisto por Joana Mendes

Miguel Simões

Redação Bola na Rede · ver artigos

Continua a ler

as mais recentes
Europa League

Resistir e Sonhar | Ferencváros x Torreense

Depois dos baldes de água fria frente a Tondela e sobretudo Sunderland, o Torreense vê nova oportunidade de espantar a Europa a ser providenciada por um dos mais rodados adversários que lhe calhou em sorteio. O histórico Ferencváros participa em fases de grupos ou liga europeias consecutivamente desde 2020 e ganhou a liga húngara sete vezes seguidas, até se deixar surpreender a época passada pelo Györ – ora, como grande dominador daquele futebol, restava apenas ao Ferencváros dar uma de Bayern, absorvendo o talento que se atreveu a meter em causa a hegemonia. E assim substituiu o lendário Robbie Keane por Balász Borbély, o eslovaco de 47 que cometeu a proeza (regressando assim a casa, ele que já tinha treinado juniores e equipa secundária do Ferencváros entre 2019 e ’22).  Antecipava-se, por isso, conto de fadas. Que Borbély conseguisse imprimir o registo dominador de outrora em contexto nacional e manter o sucesso recente fora-de-portas, conciliando harmoniosamente os índices competitivos. Enquanto se tem conseguido cumprir com a segunda expectativa (veja-se o percurso dos húngaros, que ultrapassaram todas as rondas de qualificação), as coisas não vão de feição na Liga, com cinco empates em nove jornadas. «Nem tudo correu como planeado nesta temporada», explicou assim na antevisão ao encontro desta quinta-feira. «Os resultados na Liga Europa são bons, mas não acho que exista uma grande diferença na forma como jogamos para as duas competições».

Pedro Cantoneiro · 5 min de leitura
Ler a crónica

Newsletter Bola na Rede

Estamos a preparar a newsletter do Bola na Rede. Deixa o teu email e és dos primeiros a recebê-la. Sem spam.

Feito. Ficas na lista e avisamos-te quando arrancar.