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Os 3 melhores treinadores da década de 90

Alexandre Candeias · 2 min

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Por detrás de uma grande equipa estão sempre grandes treinadores. Os “mestres da tática”, que tantas vezes assumem as responsabilidades quando as coisas não correm bem, devem também ser exaltados quando os resultados do seu trabalho são de elevada qualidade.

A década de 1990 ofereceu ao mundo do futebol equipas históricas, todas elas comandadas por homens que são idolatrados nos emblemas por que passaram. Assim, a lista seguinte apresenta aqueles que, para mim, são os três melhores treinadores da década de 90.

3.

Marcello Lippi – O técnico campeão do Mundo com a seleção italiana, em 2006, já tinha dado provas da sua mestria. Durante os anos 90, treinou sempre em Itália, tendo-se notabilizado ao comando da Juventus FC. Em Turim, venceu três campeonatos, uma Liga dos Campeões e uma Taça Intercontinental (atual Campeonato do Mundo de Clubes), entre outros títulos, durante a sua primeira passagem pela “Velha Senhora”. É um dos “gigantes” do futebol italiano e será sempre um herói nacional.

2.

Johan Cruyff – Foi brilhante dentro de campo, mas fora dele não ficou em nada atrás. Tendo orientado o FC Barcelona entre 1990 e 1996 (analisando apenas a década de 90), foi nesse período que conquistou o tetracampeonato ao serviço dos “Blaugrana”. Sempre empenhado para que os seus jogadores disfrutassem tanto do futebol como ele o fez, Cruyff levou ainda a equipa catalã a uma Liga dos Campeões, uma Supertaça Europeia e três Supertaças de Espanha durante este período. Um dos melhores de sempre para qualquer adepto de futebol.

1.

Sir Alex Ferguson – Para mim, o melhor de sempre. Os 27 anos em que esteve no comando do Manchester United FC ficarão para sempre como uma das mais belas e bem-sucedidas histórias do futebol. Na década de 90, sempre ao comando dos “Red Devils”, venceu por cinco vezes a Liga Inglesa, quatro a Taças de Inglaterra, uma Liga dos Campeões e uma Taça Intercontinental, entre outros títulos. A forma como conseguiu suceder durante tanto tempo, adaptando-se ao futebol tal como ele ia evoluindo, fazem dele uma referência para qualquer amante do “desporto-rei”.

Artigo revisto por Inês Vieira Brandão

Alexandre Candeias

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