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Premier League

Os 3 erros de Ruben Amorim no Manchester United

A passagem de Ruben Amorim por Old Trafford chegou ao fim após 14 meses difíceis, marcados por uma relação desgastada com os jogadores e com a estrutura do clube. O treinador português não sobreviveu à teimosia no seu sistema tático e aos piores resultados das últimas décadas. Com um aproveitamento de apenas 38,7% (24 vitórias em 63 jogos), Ruben Amorim deixa o Manchester United com o pior registo de um treinador na era pós-Alex Ferguson. Para se ter noção do descalabro, antecessores como David Moyes ou Erik ten Hag conseguiram sempre vencer mais de 50% dos seus compromissos. Pelo caminho, ficou um divórcio evidente com a mentalidade do balneário e uma gestão de ativos que nunca funcionou.

Duarte Rêgo · 3 min de leitura
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Premier League

Do renascimento no Boxing Day à conquista do treble: O Mancheser United 1998/99

Há equipas que são inesquecíveis pelos feitos e pelo futebol praticado. Nomeadamente, as que venceram tripletes como o FC Barcelona (2008/09 e 2014/15), o Inter (2009/10), o FC Bayern (2012/13) e o PSG (2024/25). Mas o do United marcou por ter sido algo pioneiro e, sobretudo, por ter sido como foi. Não foi a primeira equipa de sempre a vencer um triplete, pois Celtic (1966/67), Ajax (1971/72) e PSV (1987/88) já tinham alcançado tal feito, mas foi o primeiro conjunto inglês a fazê-lo. Em retrospetiva, o United de 1998/99 não era uma equipa muito tática em comparação com algumas atuais, mas era emocionalmente fortíssima e extremamente competitiva. Características impagáveis e que ficaram para a história. No entanto, esta época inesquecível não foi sempre um “mar de rosas” e a primeira metade da mesma foi muito turbulenta. Em Old Trafford, a época 1998/99 começou com o clube a desembolsar uma grande quantia à época em reforços. O United investiu cerca de 37,5 milhões de libras em Jaap Stam (defesa-central ex-PSV), Jesper Blomqvist (extremo vindo do Parma) e Dwight Yorke (ponta de lança oriundo do Aston Villa). Três reforços de peso que se juntavam a um elenco absolutamente único: a baliza com um guarda-redes singular e decisivo (Peter Schmeichel); um setor defensivo resiliente (Denis Irwin, Ronny Johnsen, Henning Berg e os irmãos Gary e Phil Neville); um meio-campo incansável (constituído pelos “Fergie Babes” Ryan Giggs, Paul Scholes, Nicky Butt, a “estrela” David Beckham e o líder Roy Keane); e um ataque implacável (Andy Cole, Teddy Sheringham e Ole Gunnar Solskjær).

Jorge Afonso · 7 min de leitura
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