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Existem muitas parcerias no futebol, umas de mais curta e outras de maior longevidade. Mas não é em qualquer clube, nem todos os anos que podemos encontrar duplas que encaixaram na perfeição.
Destacamos esta semana várias parcerias de jogadores, que em cinco países/campeonatos diferentes demonstraram a sua qualidade e consistência e que na sua maioria estiveram juntos por um hiato temporal considerável, o que fez aumentar a ligação entre ambos.
Vamos a isso.
5.
Happy birthday brother! Looking forward to being back alongside you on the pitch once it’s safe for everyone. For now, have a great day at home 👊🏻 @JanVertonghen pic.twitter.com/XecjgTwmdd
— Toby Alderweireld (@AlderweireldTob) April 24, 2020
Toby Alderweireld e Jan Vertonghen – Nove anos lado a lado.
Não é propriamente a dupla mais “laureada” e titulada do futebol, mas é impressionante pensar que dois meninos que aos 17 anos de idade emigram da Bélgica para a Holanda, conseguem tornar-se titulares do AFC Ajax, ambos foram capitães e ambos se transferiram para o Tottenham Hotspur FC, acabando por protagonizar um total de nove épocas juntos.
A juntar a estes dados impressionantes a nível de clubes, partilham igualmente o eixo defensivo na seleção belga há já vários anos.
Os verdadeiros irmãos de mães diferentes.
4.
Maldini e Baresi – Embora não tenham jogado assim tanto tempo juntos, Franco Baresi e Paolo Maldini formaram uma das duplas de centrais mais difíceis de bater na história do futebol mundial. Dadas as caraterísticas de cada um individualmente, eram o complemento perfeito um do outro.
Ídolos do AC Milan, o único clube que defenderam ao longo de toda a carreira, fizeram parte da grande equipa Rossonera do final dos anos 80 e início da década de 90. Além de extremamente técnicos, cometiam poucas faltas.
Nos 196 jogos em que atuaram lado a lado, sofreram apenas 23 golos, numa média de 0,1 golo por partida. Brilhantes.
3.
🗣️ — Gerard Piqué: “I remember, once, Carles Puyol was returning from injury, and when he came back to the field I said to him: ‘Welcome back, Captain.’ He turned to me and said: ‘Shut up and focus on the game’.” pic.twitter.com/FC9t0mzYxJ
— Barça Universal (@BarcaUniversal) September 4, 2019
Puyol e Piqué – Depois de uns impressionantes 19 anos (!) a defender a camisola do FC Barcelona e de realizar um total de 663 jogos com a camisa culé, Carles Puyol anunciou a sua reforma, corria o ano de 2014. Dividiu o centro da defesa com Gerard Piqué durante seis anos.
No momento da despedida, Piqué homenageou o seu parceiro de defesa, referindo que era impossível imaginar um Barcelona sem Puyol. “Eras o meu anjo da guarda. Sei que vou sentir falta das nossas conversas nos vestiários, dos teus conselhos e sobretudo as broncas que recebia em campo. És único e irrepetível”.
Esta parceria serviu de base para a conquista de dois Mundiais de Clubes, duas Ligas dos campeões, quatro títulos Campeão Espanhol, duas Copas do Rei e quatro Supercopas da Espanha.
2.
Bergkamp, Reyes, Henry, Vieira… 👌@Arsenal were at their scintillating best #OnThisDay 14 years ago… pic.twitter.com/Xq2o6OxuOK
— Premier League (@premierleague) February 14, 2019
Bergkamp e Henry – Faziam parte dos “Invincibles” de Arsène Wenger em 2003/04.
Talento, velocidade, explosão, elegância e muita eficiência na frente dos guarda redes. Foram responsáveis por 34 golos e 17 assistências naquela campanha mágica que culminaria com o último título de campeão do Arsenal FC.
Quando perguntaram a Thierry Henry qual o melhor jogador com quem jogou na sua longa e titulada carreira, o francês não teve dúvidas em responder: “Pela longevidade e porque o via diariamente nos treinos durante sete anos, Dennis Bergkamp. Ele fazia sempre o que o jogo pedia naquele momento.“
1.
João Pinto e Mário Jardel – Muito difícil escolher a parceria mais marcante em Portugal. Principalmente o centro da defesa do FC Porto apresentou várias duplas que mereciam destaque, ou então os super capitães Jorge Costa e Vítor Baía.
Escolhi esta dupla de Alvalade porque foram absolutamente preponderantes para aquilo que seria o último título de campeão do Sporting Clube de Portugal. O pai era João Pinto, Jardel era o filho, enquanto o nervoso bloco de notas de Laszlo Bölöni era o Espírito Santo.
Os leões avançaram época fora com João Vieira Pinto a assistir os golos de Jardel, que atingiu a quantia estratosférica de 42 só no campeonato.












