Última horaJosé Juan Romero: do Real Bétis a Ceuta, dos milagres dentro de campo ao futebol em segundo plano
Publicidade

Portugal x Macedónia do Norte: O jogo das nossas vidas

Rita Latas · 2 min

Vê mais Bola na Rede no teu Discover Seguir no Google

NESTA SEMANA, A NOSSA CRONISTA VIP RITA LATAS ESCREVE SOBRE
O AGUARDADO JOGO ENTRE PORTUGAL E A MACEDÓNIA DO NORTE

“O” JOGO: PORTUGAL x MACEDÓNIA DO NORTE

As palavras não são minhas nem de qualquer cidadão português. O capitão foi peremptório na procura de mais uma noite feliz para Portugal. Verdade seja dita, já estamos habituados a sofrer mas, tal como Cristiano Ronaldo referiu, não há um Mundial sem Portugal. Diria até… sem CR7.

PORTUGAL TENTA FAZER O TUDO POR TUDO PARA CHEGAR AO MUNDIAL E AGORA HÁ JOGO DECISIVO! ACHAS QUE VENCE A MACEDÓNIA DO NORTE? FAZ A TUA APOSTA NA BWIN.PT!

Imaginar esta competição sem a presença da equipa das quinas seria um fracasso pleno para um dos melhores de sempre, para uma das melhores gerações de sempre, para os portugueses e, acima de tudo, para Fernando Santos.

Muitos têm contestado o selecionador nacional. Afinal de contas, como é que este leque de jogadores se encontra nesta posição? É difícil encaixar essa ideia mas acredito que a resposta em campo vai culminar com o passaporte que todos queremos. Entre Itália e Macedónia do Norte, os santinhos ajudaram. Pelo menos no plano teórico. No entanto, vai ser um daqueles jogos que pode trazer rasteiras caso Portugal não faça aquilo que fez nos primeiros vinte minutos com a Turquia. Basta tomar como exemplo aquilo que se passou no duelo entre os macedónios e os italianos… um conto de fadas para o país balcã que acabou por ser premiado pela eficácia. E é por aí que se vai decidir a eliminatória desta terça-feira.

Adeptos Portugal
Fonte: Sebastião Rôxo / Bola na Rede

Quanto ao plano estratégico, as entradas de Pepe e João Cancelo trazem mais consistência, o meio campo não deve fugir muito daquilo que foi definido na semana passada e na frente de ataque não há muito para mexer: Cristiano Ronaldo costuma ser decisivo, Diogo Jota tem sido decisivo.

É mais um jogo das nossas vidas e cá estaremos para cantar o hino A Capella, seja no Estádio do Dragão ou numa qualquer esplanada espalhada pelo país. O Catar tem de ter Portugal e só o terço não é suficiente para que o objetivo seja alcançado.

Rita Latas

Redação Bola na Rede · ver artigos

Continua a ler

as mais recentes
Opinião

José Juan Romero: do Real Bétis a Ceuta, dos milagres dentro de campo ao futebol em segundo plano

SEVILHA, ANDALUZIA- Espanha não tem sido notícia apenas por boas razões nos últimos meses, bem pelo contrário. A queda do governo de Pedro Sánchez está na ordem do dia e tal ‘crise’ justifica-se com vários pontos: alianças políticas que já não estavam a funcionar, aumento do descontentamento da população, salários que não acompanham o custo de vida, crise habitacional que levou a manifestações por todo o território… No entanto, a memória é traiçoeira. Faz-nos pensar que certos acontecimentos já ocorreram há bastante tempo, quando não é bem assim. Quantos se recordam do dia 30 de julho de 2026? Foi nessa data que ocorreu o começo da crise migratória de Ceuta e as consequências da mesma ainda se fazem sentir hoje em dia. 70 mil pessoas oriundas de Marrocos entraram no território a partir do mar durante as 48 horas, provocando uma crise migratória totalmente inesperada. As razões que estiveram na origem desta entrada em massa não são o foco desta análise. A maioria das pessoas teria uma boa índole, procurando o melhor para si e para os seus. Histórias de vida diferentes umas das outras, mas o objetivo comum de atingir a felicidade. No entanto, também existiu o outro lado da moeda: quem procurou o conflito e a criação de um ambiente tóxico.

Ricardo João Lopes · 5 min de leitura
Ler a crónica
Opinião

Quem é o rei da Andaluzia? É o Real Bétis. Ah, bem me parecia!

SEVILHA, ESPANHA- As últimas temporadas permitiram confirmar um novo paradigma no futebol espanhol. A Andaluzia, recheada de históricos por todas as suas províncias, acabou por ver o Real Bétis transformar-se na instituição mais forte da região. O designado de número 1. Há poucas missões mais difíceis que esta. Uma Comunidade Autónoma larga, com cidades com um espólio enorme, não é fácil de dominar. Para isso, os béticos lograram montar um projeto com vários prazos e uma figura central, beneficiando também do mau momento vivido por outras instituições. Ao pensarmos no futebol na Andaluzia, sem dúvida alguma que o Real Bétis é um dos primeiros emblemas que nos vêm à cabeça. No entanto, o Sevilha já foi o Rei da Europa League e é lembrado em primeiro lugar por muitos. Málaga, Granada, Cádiz, Almería, Real Jaén… as preferências dividem-se, como em tudo. Porém, o domínio estabelecido pela instituição do Benito Villamarín é inegável. Vivemos tempos em que o verde e brancos está na moda no sul de Espanha.

Ricardo João Lopes · 7 min de leitura
Ler a crónica

Newsletter Bola na Rede

Estamos a preparar a newsletter do Bola na Rede. Deixa o teu email e és dos primeiros a recebê-la. Sem spam.

Feito. Ficas na lista e avisamos-te quando arrancar.