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Numa altura em que faltam poucos dias para o arranque da Taça das Confederações, prova de teste para o Mundial de 2018, o mister Fernando Santos montou as tropas para essa deslocação. E quer entrar para ganhar!
Percurso

Fonte: Seleções de Portugal
Começando pelo percurso que nos fez chegar pela primeira vez a esta prova, Portugal precisou de ganhar o Europeu de 2016 para qualificar-se para a Taça das Confederações. Num Europeu recheado de empates (dentro dos 90 minutos), o sonho lusitano que o engenheiro Santos transportava em si, culminou com um triunfo por 1-0 frente ao coletivo anfitrião. Eder, ausente da mais recente convocatória, calou meio mundo quando fez o golo mais importante da história do nosso país. Além deste momento, nota para as boas exibições de nomes como Rui Patrício, Guerreiro, Adrien, Ronaldo entre outros.
Figuras

Fonte: FPF
Dando assim continuidade a nomes que devem ser importantes na prova do verão, Patrício, Adrien e Bernardo Silva são para mim caras a acompanhar ao longo da prova. O primeiro, já dono das redes portuguesas desde a saída de Queirós, foi o melhor guarda-redes do Europeu e sempre que joga de quinas ao peito cumpre com o que lhe é pedido. Adrien Silva acaba por ser para mim o jogador que deve fazer a posição 8 da Taça das Confederações: No Europeu tirou o lugar a Moutinho e concretizou uma temporada no Sporting digna de titularidade na equipa nacional. A sua visão de jogo e experiência a jogar perto do trinco, fazem acreditar-me que é a melhor escolha para o meio campo. Terminando com o novo reforço do Manchester City, depois de uma ausência por lesão em França, o jovem jogador português tem tudo para vingar na equipa campeã da Europa. Facilidade em jogar em várias posições, forte no 1 para um 1 e no esforço pela conquista de bola, Bernardo Silva deverá, para mim, alinhar na ala direita portuguesa. O seu pé esquerdo pode fazer crescer dores de cabeças a toda a zona defensiva esquerda dos adversários pois o jogar formado no Seixal desequilibra com grande facilidade.
Treinador

Fonte: FPF
Falando agora do obreiro deste mais recente percurso nacional e o homem que vai comandar as tropas em território russo: Fernando Santos é um técnico diferente de todos os outros. Pouco preocupado com as posições táticas, o engenheiro transporta a sua fé para dentro do relvado e dela faz homens que lutam pela última bola do encontro. A união e a mensagem que é passada no balneário luso é responsável por uma grande parte da conquista passada e do (esperemos nós) sucesso na prova que está aí a chegar.
Palmarés

Fonte: IFFHS
Portugal ao longo da sua história teve sempre um palmarés pobre além da conquista do Euro do ano passado. Muitas presenças em quartos e semi-finais de competições europeias/mundiais, a primeira presença numa final foi em 2004 frente aos gregos, no Estádio da Luz. O troféu acabaria por ir para o país Mediterrâneo e Portugal terminava da pior forma um Europeu “perfeito”. É caso para dizer que dos segundos ninguém se lembra.
Até onde pode chegar?

Fonte: Seleções de Portugal
As minhas expectativas para a Taça das Confederações são as mesmas do que cada português, isto é, ultrapassar a fase de grupos e conquistar o inédito troféu. Se com o técnico Fernando Santos os objetivos foram estes para a anterior competição, nada pode mudar para esta e a entrega dos jogadores e dos adeptos tem de ser obrigatoriamente a mesma.
Foto de Capa: Stuff.co.nz










