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É A! É B! É ABC(hallenge)!

Pedro Nuno Sousa · 1 min

É A! É B! É ABC(hallenge)!
Foto: ABC Braga

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Cabeçalho modalidadesHoje foi um dia muito especial em Braga. O ABC acaba de conquistar a primeira Taça Challenge e a alegria pode não parar por aqui! Não lanço jogos nem resultados, mas a verdade é que continuamos vivos frente ao Benfica no Campeonato. Muitos parabéns, ABC! És, de facto, a força que se vê!

Os jogadores que ficaram para a história Fonte: ABC
Os jogadores que ficaram para a história
Fonte: ABC

Duas exibições de verdadeiros campeões coroaram o ABC na Taça Challenge. Finalmente, já cá canta o merecido troféu! Já nos fugiu, mas foi desta que por Braga ficou. Esta importante prova do andebol europeu já se apresentava com marcas evidentes por parte dos minhotos. Não estamos a falar de uma equipa que deu os seus primeiros passos na Europa. Falamos sim, de quem já tem um historial para apresentar e de quem já mostrou muito de si na montra europeia.

Em 1994/95, caímos nas meias-finais. Já mais tarde, em 2005, frente aos suíços do Wacker Thun, perdemos também, mas na final, onde a dor foi claramente diferente. E, finalmente, no ano passado, frente aos romenos do HC Odorheiu Secuiesc ficámos igualmente pelo caminho, com uma mão na Taça e outra em casa. Chegou, hoje, 21 de Maio, o dia de vencer. Este ano foi o prémio que quis ser nosso. Apesar de não me acompanhar de superstições, a verdade é que a sorte esteve do nosso lado. Mas a sorte também se consegue pelo trabalho, esforço e dedicação. Foi assim que este conjunto de jogadores, equipa técnica, direcção, instituição e adeptos conquistaram este merecido troféu! Muito merecido pelos verdadeiros campeões. Muitos parabéns, ABC!

Pedro Nuno Sousa

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Opinião

Torreense ‘Til I Die On The Beach

O Sunderland é uma das equipas mais românticas desta edição da Europa League. Não pelo futebol, mais próximo da ideia genérica do futebol inglês e britânico e pouco dado a estéticas e modernidades, mas pela história de um clube tradicional que, aos olhos de todo o mundo, desceu à 3.ª Divisão, fez o caminho das trevas e, à primeira, garantiu o acesso às competições europeias. Nesta caminhada, a série «Sunderland ‘Til I Die» ajudou o clube do Nordeste de Inglaterra a tornar-se mais global, solidarizando e sensibilizando adeptos de todo o mundo. No que toca a ter as ruas do seu lado, há poucos clubes mais bem posicionados do que o Sunderland. Um deles, ainda assim, é o Torreense. Por mais que seja interessante olhar para lá do óbvio, não nos podemos esquecer, em qualquer análise, que a competição para o emblema de Torres Vedras é altamente desigual. Enquanto se debela com um arranque de época delicado na Segunda Liga, o Torreense vai usando a Europa League como uma diversão cada vez mais competitiva, como uma montra de luxo para se publicitar enquanto clube e como uma recompensa merecida a um feito extraordinário. Este carinho natural para com o outsider roubou algum do protagonismo à primeira deslocação europeia do Sunderland em 53 anos. E, mais do que os dados lançados antes do jogo, o rumo dos 90 minutos ajuda a ganhar um sentimento de identificação com o Torreense.

Diogo Ribeiro · 7 min de leitura
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